quinta-feira, 13 de junho de 2013

Arrombei a professora do meu filho

A Elisa uma morena de deixar o trânsito parado, dava aula para meu filho de 4 anos, e sempre que minha esposa podia ela acompanhava o rendimento do meu filho e ao notar alguma deficiência no seu aprendizado ela solicitava a Elisa pra dar umas aulas de reforço para meu filho, e justo no mês que eu estava de férias a tal professora foi lá em casa pra fazer o reforço com ele, eu me apresentei pra ela e percebi que ela olhava meus braços e abdômen, pois sou um cara de bom físico, não pude deixar de notar seu vestido curto e o decote que quase mostrava seus lindos seios por completo, trocávamos olhares toda hora, ela estava na copa e eu na sala, e enquanto ele fazia o dever que ela tinha passado pra ele a gata veio até onde eu estava e sentou no braço do sofá e me perguntou se eu malhava muito, eu disse pra ela que eram 4 vezes por semana, e ela me olhando com olhar sensual me perguntou se não poderia vir malhar comigo qualquer dia, na mesma hora eu coloquei minha mão sobre sua cocha esquerda e alisando ela eu falei poderemos malhar até agora se você quiser, ela não tirou minha mão mostrando pra mim que estava gostando da minha atitude e sorrindo disse eu não trouxe roupa, e eu olhei firmemente para as lindas cochas dela e disse não precisa você pode malhar comigo até sem roupas, ela sorria e não resisti e avancei com minha mão por baixo do seu vestido até chegar na sua bucetinha por cima da calcinha, ela olhou pra mim com os olhos de quem iria gozar e percebi que meu filho estava concentrado no seu dever e se ela deitasse no sofá ele não iria ver, então puxei ela para o sofá e a safada caiu me olhando como quem quisesse um beijo eu a beijei e meti o dedo na sua bucetinha que estava raspadinha, ela suspirava e parecia estar preocupada com meu filho, então levantei ela e combinei que eu iria subir para o quarto e ela deveria pedir pra ele fazer mais alguns deveres e enquanto isso ela iria no banheiro que fica lá em cima, assim ele não iria desconfiar de nada, afinal ele estava com sono e talvez dormisse ali mesmo. Em poucos minutos ela já estava entrando no quarto e trancando a porta, quando ela se virou ficou assustada com a figura da minha virilidade, meu aru mede 22cm e estava muito duro com a cabeça inchada do jeito que qualquer mulher gosta, ela mordeu os lábios e veio feito uma tigresa engatinhando pela cama até meu mastro que apontava para o teto, ela veio beijando do meu joelho até chegar no meu tarugo, quando ela alcançou o meu pau a danada abocanhou ele até quase a metade, fiquei louco com aquela boca me chupando, ela parecia faminta por pênis, pude sentir sua garganta comprimir minha glande, ela chupava muito mais que minha esposa, depois de algum tempo mamando ela tirou seu vestido e deitou com as pernas abertas e disse vem chupar minha xaninha, eu cai de boca naquela linda bucetinha lisinha que parecia que tinha sido raspada pra mim, chupei fazendo ela se revirar de tesão, depois de muitas chupadas foi a vez de eu atochar a vara dentro dela com vontade, coloquei ela na posição de frango assado e coloquei a ferramenta lentamente e todinha dentro dela, ela chegava virar os olhos, logo em seguida comecei um vai e vem cada vez mais rápido, em instantes veio o primeiro orgasmo, beijei sua boca pra ela não chamar a atenção do meu filho e meti cada vez com mais força parecia que ela não iria parar de gozar nunca, percebi que ela estava meio sem forças ai coloquei ela de ladinho e continuei a meter com força, e o tempo todo ela gemia, e elogiava o tamanho a grossura e o meu vigor físico, e isso me empolgava ainda mais o que resultava em metidas muito fortes, em seguida veio a vontade de comer ela de 4 mas parecia que ela não teria força pra ficar de 4, ai eu peguei os dois travesseiros que estava ali e coloquei embaixo da barriga dela ai fiquei com uma vista maravilhosa, pois eu tinha ali a bundinha dela todinha pra mim, ai eu coloquei o meu pau na entradinha do seu cuzinho e ela me olhou como se estivesse com medo de eu arrombar o seu anelzinho, ai eu disse calma não vai doer, ai fui enfiando devagarinho e ela foi se acostumando com o roliço entrando na sua deliciosa bunda, fiquei doido, pois eu consigo ficar horas sem gozar quando estou comendo uma buceta, mas quando estou comendo um cuzinho fico com pau ainda mais duro e gozo logo depois de 15 minutos de metidas fortes, considero bem difícil passar desse tempo se estiver metendo sem parar, mas meu pau estava entrando e saindo do apertado cuzinho dela que aliais era uma delicia, só de pensar fico com o pau todo duro, e depois de uns 15 minutos de muita fudelância no seu cuzinho eu gozei quase meio litro de porra dentro da sua bunda, nos beijamos e fomos tomar banho. Quando chegamos na cozinha meu filho estava dormindo sobre o caderno e depois desse dia eu passei a comer ela todos os dias, metia na cozinha, no banheiro, na sala e em vários lugares da casa. Depois das minha férias ela me apresentou para uma amiga dela que eu comi muito mas ficara para a próxima vez que eu contar outro conto. Estou doido pra comer uma mulher casada e que seja tarada por sexo, se vc é uma mande um e-mail para mim que terei muito prazer em te responder e de repente até marcar em um motel pra fazermos um delicioso sexo. andretst28@hotmail.com.

Fui devorada pelo vigia da obra

Meu nome é Karla e volto hoje pra relatar o que rolou comigo a uma semana. Sou casada tenho 24 anos. Meu marido não liga muito pra sexo e quando me falta eu não penso 2 vezes antes de me satisfazer. Me acho muito nova e me cuido muito malhando 3 vezes por semana pra ficar bem sarada. Me orgulho de ter um corpo bem feito, pernas grossas e bundinha redondinha. Moro em Niterói no bairro de camboinhas região oceânica da cidade. Lugar lindo ! Eu amo o  fim do dia na praia, quando começa a escurecer e quando dá eu mergulho completamente nua na esperança de aparecer algum tarado que me coma muito. E foi num desses dias que me realizei. Eram já umas 18:30 quando caminhava em direção a praia, estava com muito tesão. A praia estava vazia era uma terça feira e começava a escurece quando desci do calçadão e fui em direção ao mar. Parei não havia ninguém tirei minha canga e meu biquini minusculo e fui mergulhar. Nossa que delícia  já estava noite, via as luzes das casas acesas e eu ali me deliciando alisando meu corpo dentro d'água. Comecei a me masturbar imaginando um macho ali comigo me pegando por trás com seu pau duro pressionando minha bundinha  enquanto suas mãos percorriam meu corpo e tocava minha xaninha já toda melada. Gozei ali mesmo dentro do mar, meu corpo estremecia sem parar, meu corpo todo arrepiado e um frio que veio derrepente que me fez tremer toda. Me recompus e dei uma olhada em volta pra saber se havia alguém por perto e fui saindo. Coloquei só a canga ois não queria perder tempo colocando meu biquini e fui saindo em direção a calçada quando olhando pra uma casa em construção logo a frente dei de caras com um senhor, que logo vi que era algum pião da obra. Ele me comia com os olhos e apertava o pau. Aquilo me deixou louquinha novamente e passou-me pela cabeça se ele havia me visto nua me banhando no mar. Resolvi encurtar meu caminho e ao invés de seguir pelo calçadão até a rua principal fui em direção a casa em construção por um caminho ao lado da casa que sairia na rua de trás. Lógico que a minha intenção não era chegar rápido em casa, era ver até onde o atrevimento do coroa iria chegar. Passando exatamente na frente da casa no portão principal onde ele estava fui em sua direção  e como se fosse pedir uma informação cheguei mas perto e vi que ele não tirava a mão de sua calça. Fingi que não havia percebido e já com aquele calor na barriga que era o sinal que o tesão vinha a mil e dei boa noite e perguntei se na obra não haveria uma mangueira pra eu lavar meus pés que estavam cheios de areia. Ele com a cara mais safada foi logo dizendo que claro que tinha era só eu segui-lo. Não sei aonde estava com a cabeça que nem exitei fui a sua frente e de propósito fui rebolando suavemente e olhando pra ele perguntei se era por ali mesmo pra onde eu estava indo. Ele disse que sim mas tinha que ser dentro da obra pois do lado de fora não tinha ainda água encanada. Fui entrando  e naquele local , tudo que havia em volta foi me dando mais tesão. O cheiro da obra, o local sujo e aquele desconhecido que mas parecia um leão pronto pra devorar a sua presa. Eu já estava toda, mas toda melada. Só com a canga, o que ele ainda não havia percebido. Chegamos na área da casa onde tinha um banheiro que era usado pelos piões e parei, virei pra ele e  vi que o volume de sua calça era enorme. Fiquei tremula só de imaginar o que ele poderia fazer comigo com tudo aquilo e perguntei se poderia me lavar ali. Ele disse que quando eu quisesse. Então lentamente tirei o nó da minha canga que ficava na direção do meu peito e deixe que caísse no chão. O coroa não acreditou no que via. Peguei a mangueira e comecei a jogar água na minha cabeça, pescoço e fui descendo pelo meu corpo. Ele ficou parado só apertando seu pau por cima da calça. Não aguentei e fui em sua direção e abaixando na sua frente abri sua calça e levei um susto. Pulou um pau enorme e grosso cheio de veias pulsando como jamais havia visto. Sem pensar muito abocanhei e comecei a sugar feito uma bizerrinha mamando. Nossa eu estava realmente louca pra fazer o que estava fazendo mas não pensava em mais nada só em me satisfazer. Seu pau cheirava a urina, mas ao invés de nojo me deu mais tesão. Eu tentava engoli-lo todo mas era impossível, enquanto o coroa segurava em minha cabeça puxando-a em direção ao seu pausão tentando coloca-lo todo em minha garganta mas era impossível. Ele gemia e começava a me chamar de menina gostosa, safada, linda, deliciosa  Eu olhava pra cima e via seus olhos serrados e gemendo de tesão.Larguei do seu pau e me levantei, ele logo pegou nos meus seios e começou a suga-los com muita força, suas mãos ao mesmo tempo apertava minha bunda e abria levando seu dedo por trás em minha xaninha toda melada. Eu rebolava e pedia pra enfiar mais e ele foi colocando seu dedo mais fundo. Nossa estava bom demais e eu queria mais. seu pau encostava em minha barriga e pulsava de tão duro. mas parecia um braço encostando em mim. Ele para de repente ele me pega pela mão e me leva pra dentro da casa. Fomos para um cômodo que parecia a sala, pouco iluminada só com uma lâmpada bem fraquinha que nos deixava quase na penumbra. Lá só tinha uma mesa e um colchão que ficava ao chão Tudo aquilo me deixava mais excitada e doida pra ser comida. Assim que entramos ele parou em minha frente e tirou sua roupa. Era um coroa admirável devia ter seus quase 50 anos mas com um vigor físico de dar inveja a muito cara mais novo. Era alto, pernas grossas e um peitoral que quando me abraçou me engoliu todinha. Ele parecia não acreditar que eu estava ali com ele e só dizia que eu era um sonho que iria me comer toda mas todinha mesmo  Assim que escutei aquilo me arrepiei só de pensar o que ele queria dizer com aquilo, sei que minha bundinha é toda sarada  que atrai logo a atenção dos homens e sinceramente não sei se aguentaria aquela tora de pau nela. Desviei meus pensamentos e olhei pra ele e disse: O que é que está esperando pra me devorar? O cara endoidou foi me agarrando e logo de cara me fez ficar de bruços na mesa ficando com minha bunda toda pra ele. Ele se abaixou e abrindo minha bundinha começou a enfiar a lingua na minha xaninha e cuzinho me fazendo delirar. Eu rebolava em sua língua forçando-a pra trás. Comecei a falar as besteiras quando perco a razão, chiangando o de puto, safado, tarado. Isso seu tarado mete essa lingua na sua vagabunda, dizia. Ele me apertava pela cintura tentando enfiar sua lingua em meu cuzinho e xaninha. Eu já não estava mais aguentando aquilo, estava prestes a gozar e me virei pra ele perguntando  pela camisinha. Ele me deixou por uns segundos e logo voltou com uma cartela que continha 3. Eu só imaginei que não chegaria em casa tão cedo. Pedi que ele fosse abrindo uma e me abaixei e coloquei aquela tora novamente na boca e me deliciei, deixando-o cada vez mais tarado. Ele me levantou novamente e me pos de bruços na mesa , colocou a camisinha e começou a pincelar em minha xana já toda melada. Não aguentando mais pedi que ele colocasse logo tudo dentro de mim. Pedi que deixasse comigo e segurando no seu pau fui colocando na minha xana. Nossa era grosso demias parecia que eu iria partir no meio. Assim que minha xana começou a engolir aquele cabeção segurei um pouco e pedi que ele esperasse. Foi a mesma coisa que pedisse ao contrário, ele deu uma estocada que minha boceta engoliu aquele pau enorme de uma vez. Dei um gritinho me sentindo toda arrombada. Pedi que ele parace um pouco mas não adiantava ele socava cada vez mais. Acostumei logo e então comecei a delirar de tanto tesão. Pedia que ele fodesse muito a minha boceta, que seria dele quando ele quisesse, que eu era a putinha dele. O cara era um animal, e rápido como um cão estocando cada vez mais até que não aguentando mais gozei muito feito uma cachorrinha. Minhas pernas tremia tanto que ele teve que me segurar. Eu gemia e chorava perdi completamente o controle de meu corpo. Ele sentindo que eu estava acabada me pegou no colo e me colocou no colchão ao chão. Fiquei ali uns 30 minutos com ele me olhando com o pau duro. Assim que me recompus olhei pra ele e disse que queria mais e tentei levantar mas ele não deixou e me virou novamente de bruços. Na hora sabia o que ele queria tentei me virar novamente  mas ele mais forte me segurou subindo encima de mim me prendendo com sua pernas. Eu olhava pra trás e ficava imaginando como poderia aguentar aquilo tudo na minha bunda. Ele começou a me bolinar novamente forçando seus dedos em minha xaninha me fazendo relaxar. Acabei sedendo e  sem fazer mais força comecei a ficar melada novamente ele sentindo meu estado  abaixou e começou a lamber meu cuzinho e enfiando um  dedinho na minha boceta. Hum o cara era bom sabia como me deixar tarada novamente. Passou então a enfiar um dedo na minha bunda, depois dois e vendo que eu estava gostando saiu de cima de mim e abriu minhas pernas e começou a enfiar com mais força os dedos na minha bundinha. Eu comecei a rebolar e a empinar minha bunda . Eu gemia de tesão e comecei a olhar pra trás e já toda embriagada de vontade pedi a ele que comece meu cuzinho devagar. O cara endoidou me ouvindo aquilo e levantando foi com o pau na minha boca e mandou que eu chupasse e babasse bem o pau. Fiz com muito gosto, era tudo bom demais . Logo ele pegou outra camisinha e me fez pedir que eu queria o seu pau no meu cuzinho. Hum, bom demais, fiz o que ele mandou e assim que pedi que ele colocasse aquele pausão no meu rabinho levei um tapa na cara e fui xingada de puta, vagabunda, vadia, piranha safada. Olhei pra ele e disse novamente: Põe esse caralho grosso no meu cu seu filho da puta! Levei outro tapa e fui obrigada a cuspir no seu pau. Ele foi por cima e me fez abrir minha bunda. Com as duas mãos abri o que pude e senti uma cusparada no meu cuzinho e piscava de vontade de ser enrabada  Mas uma vez ele colocou seus dois dedinhos e começou a enfiar e tirar. Eu gemia e pedia que me comesse logo mas ele ainda me torturava enfiando seu dedo e lambuzando muito meu cuzinho com sua saliva e lingua. Eu já não estava mais aguentando e falei que queria logo ele no meu rabo e abri bem minha bunda deixando-a toda aberta pro pausão dele. Ele vei por ciam e encostou o cabeção e começou a empurrar. Meus olhos arregalaram assim que comecei a sentir ele entrar em mim. Nem tentei pedir que parasse pois poderia fazer o mesmo e enfiar tudo de uma vez. Virei pra ele e pedi quase chorando quequeria senti-lo todo em mim. Ele foi enfiando cada vez mais, parecia que que um ferro quente rasgava meu cuzinho. A dor foi quase que insuportável mas o tesão era muito grande e fui relaxando até senti-lo todo dentro de minha bunda. Pronto eu o olhava pra trás e ele começava a socar seu pau deslizava forte pra dentro de minha bunda. Eu contraia meu cuzinho tentando segurar um pouco mas era o mesmo que nada. Seu corpo suado encima do meu foi me deixando maluca , minha boceta escorria de tanto tesão me fazendo impenar bem a bunda e levar uma de minhas mãos a toca-la ao mesmo tempo que sentia as socadas do coroa tarado. El começou a me xingar de putona, que iria me arrombar toda. Eu novamente embriagada comecei a falar que queria meso ser arrombada pra meu marido poder comer o meu cuzinho mas a vontade. O véio endoidou e começou a dizer que o corninho iria me ter de volta bem usada e toda lambuzada. Ele estocava cada vez mais rápido e falando em meu ouvido que queria gozar em minha boca não aguentei e novamente gozei com um pau na minha bunda e meu dedinho enfiado todo na minha boceta. Mal tive tempo de relaxar ele saiu rápido de minha bunda e tirando a camisinha mais rápido ainda colocou seu pau na minha boca e gozando feito um animal me fez engolir toda a sua porra. Nossa era muito leite que começava a escorrer pelos cantos da boca. Ele ainda me fez abrir a boca para ver se tinha engolido e como estava pensando em cuspir aquela porra assim que viu minha boca cheia me fez engolir tudo. Não tendo jeito engoli tudinho, ainda chupando aquele pau delicioso até limpa-lo também. Depois de algum tempo deitados um ao lado do outro ele adormeceu. Aproveitei e me levantei devagarinho e toda ardida mas satisfeita demais coloquei minha canga e partir pra casa sem ser percebida por ele Já eram quase 22hrs, ainda bem que meu maridinho ainda estava viajando e só chegaria em alguns dias, assim não teria que dar explicações por estar na praia até a essa hora. Hum tive um fim de dia maravilhoso. beijos Karla ( sonho.sex@gmail.com)

Paulistinha Ousada

Fiquei com um professor de educação física e ninguém nunca soube disso. Só algumas poucas amigas confidentes. Ele era um cara muito legal e acabou me conquistando. Depois nos afastamos e nunca mais nos encontramos, mesmo morando próximo, até que pouco tempo atrás nos reencontramos e trocamos contatos. Depois de um pouco de papo pelo MSN, acabamos marcando de sair e daí para começarmos um namoro foi um pulo que já dura mais de um ano. Hoje eu, 1.68m, 69kg, branquinha com um corpo bem delineado, cabelos claros longos e lisos. Faço o estilo romântica, fiel e tudo o que vou narrar aqui foge em todos os aspectos de tudo o que poderia imaginar um dia ter que passar. Logo que começamos a ficar mais íntimos, notei algumas coisinhas que me deixaram com um pé atrás. Nas primeiras noites, na cama, ele era como muitos, carinhoso, romântico, dizia tudo o que uma mulher gosta de ouvir. Aos poucos ele começou a me pedir para bater nele, dar tapas na sua cara e dizia que aquilo o deixava muito excitado. E as revelações se seguiram até o dia em que, no meio da nossa transa, ele começou a me pedir para fantasiar que eu estava com outro naquele instante. Ele queria que eu fantasiasse que aquela transa estaria ocorrendo com um outro homem. Realmente pude sentir que sua excitação estava mais elevada, mas o que me impressionou mais foi o fato dele sequer sugerir aquilo, de fantasiar a namorada transando com um outro cara. Depois da transa começamos a conversar e ele confessou tudo sobre ele. Disse que já freqüentara casas de swing, que tinha amigos e amigas no meio e que, além de curtir muito, gostaria também que eu me integrasse, que me inteirasse a respeito e me aventurasse com ele nesse prazer. Claro que começamos uma bela discussão. Brigamos feio e ficamos sem nos falar por um dia inteiro. No segundo dia ele me ligou e pediu para conversarmos e aceitei, com a cabeça mais leve e disposta a aceitar seu passado. Depois de muito conversarmos, ele aceitou que eu não estava disposta a aceitar a idéia de freqüentar, nem muito menos de que ele freqüentasse casas de swing e, a muito contragosto, ele aceitou minha imposição, ou ao menos demonstrou que estava de acordo com a proposta para nosso relacionamento seguir adiante.Certo dia estava no trabalho e recebi uma mensagem muito esquisita no celular. A mensagem era para ele, mas pareceu ter sido enviada por engano para mim. Era mais ou menos assim ?Galera, reunião na casa da Sari ? bate-papo 19h?. Achei estranho, pois a mensagem era dirigida para mais 2 casais, e nem liguei mais para a mensagem, mas logo em seguida uma complementação ?Seria bom se tivesse mais uma mulher...?. Aquela segunda mensagem fez minha cabeça pensar. Sou muito ciumenta e sabendo do passado dele, logo interpretei a mensagem com segundas intenções. Dei uma de louca e então peguei o número que enviou a mensagem e liguei. Era a tal da Sari. Disse que era amiga do professor e queria saber se a reunião seria só para um bate-papo mesmo, mas ela riu e disse que não, que depois rolaria swing. Fiquei branca. Mais branca do que sou. Logo depois fiquei foi com tanta raiva que tratei logo de ligar para ele e tirar satisfações sobre o que tinha descoberto. Ele desligou o telefone na minha cara. Depois dessa ficamos uma semana sem nos falar. Ele então novamente tentou conversar comigo e me convenceu, não totalmente, de que tudo tinha sido um tremendo engano. Eu, como não fiquei totalmente convencida, fingi que estava de bem com ele e tracei um plano ousado. Criei um MSN falso fingindo ser ele e em 3 dias consegui descobrir tudo o que aconteceu após aquela mensagem.O tal encontro aconteceu e rolou swing, como eles estavam combinando. Estavam presentes o meu namorado, Mauro (professor, 48 anos, careca e um pouco acima do peso), Breno, Sari, Jeise e o Dudu, primo do Mauro. Ela relatou que eles logo que chegaram abriram uma garrafa de vinho e colocaram um filme pornô no DVD. Aos poucos Mauro e Jeise começaram a se agarrar enquanto Breno, Sari e Dudu se divertiam em separado. Jeise foi logo arrancando a roupa do Mauro e se pondo a chupá-lo. Sari era beijada vorazmente por Dudu, enquanto Breno acariciava seus seios pelas costas. Mauro desfrutava da bela chupada de Jeise e era observado pela Sari, que agora tinha seus seios sugados pelo Breno, enquanto Dudu se despia para ser chupado por ela. Mauro trocou de posição com a Jeise e passou a chupá-la avidamente. Breno aproveitou a posição da Jeise e se sentou próximo de sua boca, para ser chupado por ela ao que Sari agora estava com o pau do Breno totalmente enfiado em sua garganta. Breno ajeitou Sari no chão e começou a penetrá-la. Sari aproveitou sua posição e agarrou o pau do Mauro começando a chupá-lo enquanto levava ferro de Breno. Estava ainda nessa posição quando Breno anunciou que estava prestes a gozar. Sari então mudou de posição com Breno e colocou-o deitado para que ela pudesse montar nele. Nisso Mauro aproveitou que Jeise já estava totalmente encharcada e a penetrou com vontade tirando um urro de gozo dela que quase chegou a morder o pau do Dudu. Ele acariciava os seios da Jeise e tinha seu pau completamente sorvido por ela, mas ainda estava longe de gozar e assim que viu que ela tinha chegado ao primeiro orgasmo, ficou louco de vontade de meter também. Mauro logo trocou de posição e levou seu pau para ser chupado novamente pela Jeise, pois queria gozar em sua boca. Dudu aproveitou a oportunidade e meteu sem dó na Jeise. Ele ainda não estava próximo de gozar, mas estava muito tarado e isso fez com que a Jeise chegasse a um novo orgasmo rapidamente. Ao ver que Breno estava prestes a gozar também, Sari se aproveitou da posição e controlou a velocidade para retardá-lo um pouco, mas não conseguiu por muito tempo e logo que ele gozou, ela saiu de cima dele e ficou se masturbando na poltrona, assistindo à tudo que acontecia com a Jeise e os outros dois. Mauro não tardou a gozar na boca de Jeise e sentou-se ao lado da Sari para descansar. Dudu, voraz como estava, ainda trocou de posição mais duas vezes com a Jeise que, vendo que ele não gozaria tão cedo, trocou de posição com ele e tratou de sentar por cima, cavalgando-o como uma verdadeira amazona. Aquilo foi o suficiente para que Mauro voltasse a ativa e, posicionando-se por trás de Jeise, penetrou-a no cu. Jeise não agüentou e começou a ter múltiplos orgasmos, ao que Dudu também se excitou ainda mais com a situação e, juntamente com Mauro, passaram a bombar com força em Jeise. Assim que eles gozaram, ela quase desmaiou. Seu corpo ficou todo mole e ela tremia de prazer. Mauro saiu de dentro dela e se soltou no chão, enquanto Dudu permanecia dentro de Jeise, que estava entregue totalmente ao prazer. Sari, que até então estava se sentindo meio esquecida, continuava se masturbando e ainda não tinha conseguido gozar, mas Breno, notando tudo, jogou-a no sofá, abriu suas pernas e mergulhou de cara em sua boceta, chupando, mordendo, enfiando um, dois, três dedos, e finalmente levando Sari a um orgasmo. Fiquei furiosa, pois ele tinha dito que nunca tinha tido nada com nenhuma delas, e inclusive que não praticava mais swing, afinal tinha sido o que combinamos. Fiquei sem saber o que fazer, totalmente indecisa. Ainda gostava dele, mas estava extremamente magoada e minha cabeça não parava de pensar em querer dar o troco. Pra piorar ainda descobri que a tal da Sari é apaixonada pelo Mauro e que eles já tiveram mais íntimos anteriormente. Nossa, eu me segurei muito pra não sair fazendo besteira ali mesmo, nas conversas. Foi então que calmamente coloquei os pensamentos em ordem. Ele não sabia que eu tinha descoberto tudo, então eu estava com a bola da vez. Eu podia dar o passo que quisesse. Terminar tudo, ou fingir que nada tinha acontecido. Não queria terminar tudo, mas não tinha como fingir que nada tinha acontecido e, furiosa por ele ter me enganado, pensei bem e preparei um plano...

Liguei para ele e avisei que dormiria na casa dele. Cheguei, tomei um banho, conversamos amenidades e fomos para a cama. Eu já sabia mais sobre ele do que ele imaginava e, aproveitando-me de seus fetiches por ser dominado, comecei a atiçar suas fantasias. Primeiro amarrei suas mãos com lençóis na grade da cama. Depois montei em cima dele e fiquei chamando-o de Corno, de idiota, de babaca, falando que ele não era homem o suficiente para mim e que eu ia arrumar outro pra conseguir fazer tudo aquilo que ele não é capaz. Tentei desmoralizá-lo por completo em sua própria fantasia, mas parecia que o tiro estava saindo pela culatra, pois ele estava cada vez mais excitado com toda a situação. Tanto que quase me esqueci que o que eu queria era fazê-lo brochar, e ao invés disso ele estava ainda mais excitado do que o normal. Dei tapas na sua cara, arranhei seu peito, estava aliviando toda a minha raiva indiretamente, mas aquilo tudo estava me deixando ainda mais brava, pois ele estava curtindo tudo o que eu ousava fazer de ruim. Ele logo gozou um monte e eu desabei sobre o seu peito, ofegante. Ele me elogiou e disse que adorava a idéia de ser Corno, que fantasiava sempre com isso tudo que eu tinha feito com ele e tentou me convencer novamente de ir à casa de swing. Tentei manter a calma e me segurei muito para não colocar todas as minhas cartas na mesa, e apenas agi como sempre agia quando ele levantava essa idéia. Fiquei com raiva, mas demonstrei apenas a raiva de sempre que eu sentia quando ele me perguntava sobre isso. Percebi que não ia conseguir realizar minha vingança da forma que eu planejava e, depois de muita conversa, fomos dormir. No dia seguinte, no trabalho, estava lendo sobre swing, tentando entender mais a respeito e acabei lendo um conto erótico que muito me excitou. Entrei em contato com o autor e começamos a conversar a respeito. Falamos sobre tudo, inclusive sobre minha atual situação com meu namorado. Seguimos conversando e ele foi sendo de muita ajuda, me confidenciando alguns segredos do ?mundo do swing? e algumas verdades e mentiras nesse meio. Eu fiquei excitada com toda a nossa conversa e confesso que me interessei pelo autor, por tudo o que ele se mostrou ser. Ele se apelidava Pê e se descreveu como sendo um moreno claro, atleta, 1.78m, praiano, e que morava no RJ, ou seja, estávamos um estado de distância. Talvez por isso eu tenha sido tão confidente com ele, mesmo sem o conhecer realmente. Os dias foram passando e ele foi cada vez mais me ajudando com o meu relacionamento e com isso foi também me conquistando. Sabia que estava começando a criar fantasias gostosas em minha cabeça e estava gostando de tudo aquilo e então passei visualizar uma nova forma de me vingar do meu namorado. Eu já estava pensando seriamente em terminar meu relacionamento e Pê passou a me criar fantasias que nunca imaginei um dia pensar. Li mais de seus contos e cada vez mais fui ficando intrigada por ele. Quando ele então disse que faria uma viagem até SP e que gostaria de ter a oportunidade de se encontrar comigo, fiquei nervosa, ansiosa, e diante de tudo o que acontecia, aceitei e marquei com ele num Shopping perto da minha casa. Fiquei muito excitada com tudo aquilo que estava acontecendo comigo e, no dia em que Pê estava chegando, tratei de colocar meu plano de vingança em ação e liguei para meu namorado para avisá-lo de que iria fazer uma surpresa para ele. Ele estava no meio de uma de suas aulas e não entendeu nada. Tanto que assim que terminou a aula, me ligou de volta para compreender a mensagem. Não estávamos tão bem intimamente para ele saber interpretar minha ligação e eu apenas complementei dizendo que iria realizar uma fantasia dele que ele era louco para que eu topasse. Ele ficou eufórico e quis saber de imediato o que eu estava tramando, todo excitado. Tenho certeza de que ele imaginou que eu fosse dizer que iria aceitar ir à casa de swing com ele. Falei para ele apenas aguardar, e que ele ia ficar muito surpreso. Desliguei em seguida e, mesmo ele tentando ligar novamente, não atendi. Pouco depois quem me ligou foi Pê e, se tudo corresse conforme o que eu tinha planejado, tenho certeza de que meu namorado ficaria tão louco de raiva que terminaria comigo na hora. Cheguei no local marcado e eis que ao identificar Pê vi que meu plano estava prestes a dar certo, pois ele era tudo o que eu esperava. Fiquei excitada na mesma hora. Nem podia acreditar no que estava acontecendo comigo. Parecia uma adolescente prestes a fazer besteira das boas. Quase como no passado, quando conheci o meu namorado e me aventurei com ele. Nos cumprimentamos e sentamos numa das mesas da praça de alimentação e começamos a conversar. Não parecíamos dois desconhecidos, pelo contrário. Quem visse ou ouvisse como conversávamos diria no mínimo que nos conhecíamos há anos. Ele já sabia tanto sobre mim e eu sobre ele que tudo fluía de forma deliciosa. Ficamos mais de 1 hora conversando e então ele propôs que fôssemos para um lugar melhor, mais calmo, com menos barulho, onde pudéssemos ter um pouco mais de privacidade. Apesar de tudo eu não queria sugerir meu apartamento, pois estava receosa de que meu namorado inventasse de aparecer por lá por conta do que disse ao telefone para ele. Ele sugeriu um motel e eu topei. Nem acreditava que estava sendo levada assim, de forma tão direta e simples, a aceitar tudo o que ia acontecer. Seguimos em direção ao meu carro no estacionamento e assim que enfiei a chave na porta do carro ele segurou a porta e não me permitiu abri-la. Me virei para falar alguma coisa, mas ele investiu em um movimento surpresa em minha direção, me beijando deliciosamente. Me senti entregue. Ele me dominou com aquele gesto. Eu não esperava por aquilo, mesmo sabendo que estávamos nos dirigindo até um motel e que lá fatalmente faríamos sexo. Aquele beijo surpresa e apaixonado me fez derreter e sentir amada. Senti todo o prazer de ser desejada ali mesmo. Aquele beijo foi tão gostoso e inesperado que senti que me faltava chão. Ele me abraçou, me envolveu e me dominou por inteira. Meu corpo o desejava. Eu não esperava aquilo. Aquele beijo quente me esquentou por completa e foi o suficiente para indicar que meu plano estava indo além das expectativas. Entramos no carro, eu dirigindo e ele no carona me fazendo carícias maravilhosas, beijando minha orelha, nuca, acariciando meu pescoço, meus ombros, braços. Estava ficando extremamente difícil dirigir daquela forma e fui obrigada a pedir que ele parasse. Ele apenas sorriu e se afastou, mas permaneceu com sua mão sobre meu pescoço, me fazendo carinhos que sempre esperei de meu namorado. Nossa, eu estava louca de tesão. Tudo aquilo era fora do comum para mim. Trair meu namorado, encontrar-me com alguém que mal conhecia, ir num primeiro encontro para a cama com alguém... Claro, para cada uma destas observações, eu tinha um belo motivo, uma bela explicação e um bom instinto. Entramos no motel e pedimos uma suíte com hidro. Assim que passamos a recepção e guardamos o carro na garagem, ele me surpreendeu novamente, me tratando com todo o respeito. Ele sabia. Ele já me conhecia. Nossa, eu estava ficando maluca só com o tratamento que ele me dava. Assim que entramos no quarto ele fechou a porta e nem acreditei, mas simplesmente tomei a iniciativa e voei em seu pescoço, exigindo aquele maravilhoso beijo que ele me dera no estacionamento. O beijo foi apaixonante. Ele me pegou no colo gentilmente, me levou até a cama e ali me tomou para si. Ele me beijava e ia me acariciando todo o corpo. Eu fechava meus olhos e atirava minha cabeça para trás de tanto prazer. Ele passou a desabotoar minha blusa e a tocar meu seio esquerdo, ao mesmo tempo em que me beijava o pescoço, fazendo com que eu retesasse ainda mais e liberasse por completo o espaço entre meu colo e sua boca. Ele desceu seus lábios e pousou entre os meus seios, lambendo suavemente e me fazendo tremer. Em seguida ele afastou minha blusa e seguiu com sua boca até meio seio, contornando-o com a língua e em seguida beijando o biquinho do me seio. Tive a sensação de estar prestes a gozar ao toque da sua língua. Acabei por me deitar, suspirando. Ele aproveitou e começou a me despir. Assim que abriu minha calça, tive um súbito susto e toda a situação finalmente caiu em mim. Percebi tudo o que estava fazendo e não estava nervosa, pelo contrário, estava feliz em estar fazendo tudo aquilo. Estava sentindo muito prazer e foi no mesmo momento em que pensava nisso que Pê terminara de tirar sua calça e lhe beijava a barriga ao mesmo tempo em que fazia carícias em minha boceta por cima da calcinha. Ele notou o quanto eu estava molhada, excitada, entregue, dominada, e mesmo assim se preocupava ao máximo em apenas me dar prazer, sem esperar nada em troca. Nossa, foi pensando e sentindo tudo isso que acabei gozando em sua mão, sem sequer ter sido ainda tocada diretamente. Ele percebeu através de meus suspiros que eu havia gozado e então ele desceu ainda mais sobre meu corpo e, apenas afastando minha calcinha para o lado, sorveu todo o meu gozo e pôs-se a me chupar com maestria, levando-me rapidamente a um novo orgasmo. Este novo orgasmo veio de forma mais expressiva e gemi alto, como nunca fizera antes. Talvez por estarmos em um motel, mas ainda assim, algo nunca experimentado. Quando finalmente consegui abrir os olhos, ele estava sorrindo, deitado ao meu lado, acariciando meu rosto, me observando. Enrubesci na mesma hora e levei as mãos ao rosto, mas ele gentilmente abaixou minhas mãos, acariciou novamente meu rosto e voltou a me beijar de forma apaixonada. Ele ainda estava de calças e eu já estava apenas de calcinha. Sabia que ele me desejava e, em troca de tanto prazer que ele me proporcionara, avancei sobre ele e fui devolvendo todas as carícias que tinha recebido dele. Assim que abaixei sua calça, notei que ele estava usando uma boxer branca, linda, manchadinha de um pré-gozo na altura da cabeça do seu pênis e assim notei que tudo aquilo dera-lha também tanto prazer quanto a mim. Arranquei sua cueca e tratei de chupá-lo vagarosamente, fazendo com que ele sentisse ondas de prazer que eram devolvidas com espasmos em seu pau. Imaginei que ele estivesse próximo de gozar e parei de chupá-lo para aplicar-lhe novas carícias, mas ele então me ergueu novamente na cama, montou sobre meu corpo e novamente me dominou com seus beijos, ao que suas carícias iam ao mesmo tempo me colocando na posição perfeita para que ele me penetrasse, o que não tardou em acontecer. Mal pude perceber que ele já estava com a cabeça de seu pau apontada para minha bocetinha. Assim que ele encostou a cabeça de seu pau em mim tive um novo susto e mal pude acreditar: ?estava traindo meu namorado, assim como ele me traíra?. Então, lentamente ele enfiou apenas a cabeça e parou. Senti-me maravilhosamente bem sendo preenchida por ele, mas ao mesmo tempo nervosa, pois sua morosidade nos movimentos me deixavam ansiosa, nervosa. Eu estava prestes a implorar para que ele me penetrasse, que se enfiasse fundo dentro de mim, e percebi que esse era o jogo dele, fazer com que eu chegasse em tal ponto que precisasse pedir, não, implorar para que finalmente me penetrasse e me fizesse totalmente dele. Ele viu nos meus olhos a minha súplica chegando e assim enfiou de uma só vez todo o seu pau. Meus olhos se reviraram, minha coluna se entortou, meus braços o apertaram com todo a força do meu ser. Eu estava gozando com o simples fato de ter sido penetrada. Ele me preencheu por completo, mas novamente não se moveu. Teve a paciência de aguardar enquanto eu voltava a mim. Assim que abri os olhos, olhei para ele e ele sorria. Devolvi um sorriso de prazer, meio que como se estivesse agradecendo pelo orgasmo e ele então começou a se movimentar, devagar, para frente e para trás, apenas na cintura, esfregando seu corpo no meu e assim pressionando meu clitóris e me fazendo rapidamente voltar ao estado de prazer que sentira pouco antes do orgasmo. Eu não estava me reconhecendo. Estava totalmente nas mãos daquele ?desconhecido?. Ele aumentou a cadência de seus movimentos e em poucos minutos já estava indo e vindo firme, porém insistente. Eu já estava prestes a chegar a um novo orgasmo quando ele anunciou que iria gozar. Ele então acelerou ao máximo seus movimentos e me penetrou fundo, o que fez com que minhas últimas energias surgissem e eu o apertasse fortemente contra mim, como se querendo que me penetrasse ainda mais do que o possível. Travei minhas pernas ao seu redor e gozei. Gozei e gozei intensamente. Em seguida senti seus jatos fortes dentro de mim. Ele gozara também. Senti minhas pernas tremerem e precisei liberar seu corpo de meu abraço com as pernas. Precisei largar meu corpo na cama e relaxar meus braços estirados ao meu lado. Pê mantinha-se firme, rígido e totalmente dentro de mim, mesmo após ter me feito gozar como nunca antes me lembrasse ter gozado, e erguendo-se sobre seus braços que pareciam dois pilares ao lado dos meus seios. Senti seus últimos espasmos de gozo e ainda assim ele permaneceu duro e dentro de mim, como se ainda nem tivesse começado a diversão. Eu respirava, ofegante, balançando minha cabeça de um lado para o outro, quase que não acreditando em tudo aquilo, mas ao mesmo tempo percebendo que aquela fora apenas a primeira batalha. Percebi que meu plano para vingança do meu namorado não contava com tamanho prazer e me desconcertei quase totalmente ao sentir-me quase desfalecida de tanto gozar. Meu amante me movimentou como se fosse uma boneca, tamanho era minha falta de força. Ainda dentro de mim, sem demonstrar que pretendia abandonar minha boceta, meu amante sentou-se e me puxou para ele, fazendo com que a penetração tomasse novas proporções. Minhas pernas tremeram novamente e ele gentilmente ergueu-me como se não fosse nenhum esforço demais para ele e esticou minha perna direita, dobrando a esquerda e me fazendo girar sobre ele, tendo seu pau como ponto de apoio. Ao invés de me relaxar, aquilo me deu um novo tesão. Ele então me colocou de costas para ele e me abaixou, penetrando-me novamente até o fundo. Eu suspirava e quase delirava de tanto prazer. Como poderia estar assim, tão entregue a um desconhecido? Assim que ele me abaixou e minha bunda se apoiava por sobre suas pernas, ele esticou minhas pernas e empurrou minha coluna para a frente. Ao mesmo tempo em que ele me alongava e relaxava minha coluna, conseguia fazer com que seu pau atingisse ainda nova distância e me penetrasse ainda mais como se realmente ainda houvesse algum espaço extra escondido a ser preenchido. Não consegui permanecer assim por muito tempo e então pedi que ele parasse. Não agüentava mais. Ele me atendeu prontamente, me deitando e colocando-se ao meu lado. Sabia que ele queria mais e estava disposta a proporcionar da mesma forma todo o prazer que havia recebido, mas estava sem forças para nenhuma tentativa. Fiquei de costas para ele e ele me encoxou, ficando com seu pau duro tocando-me por trás. Eu ri e apenas levantei um pouco minha perna, ao que ele percebeu que eu estava me liberando para o que ele quisesse fazer e ele prontamente encaixou-se em mim e tratou de me levar a um novo orgasmo ao mesmo tempo em que ele finalmente alcançava um novo orgasmo e finalmente demonstrava algum sinal de que havia se cansado.Conversamos muito na cama. Rimos de tudo e aos poucos fui contando como planejava finalmente concluir meu plano. Meu amante topou sem medo, afinal fora dele que conseguira bolar todo aquele plano que começava justamente com aquela maravilhosa cena de sexo, mas que não fora tão bem imaginada quanto realmente fora a experiência real. Pediu que ele fosse até o carro e pegasse uma mochila no banco de trás. Nela estavam uma câmera, lingeries e uma máscara. A máscara era uma idêntica a usada na casa de swing que o namorado freqüentou e que insistia em dizer que nunca mais havia ido nem se encontrado com as mulheres que também freqüentavam a casa. Sabia que aquela máscara seria um ponto forte do plano. A máquina já continha algumas fotos e eram justamente da casa de swing. Apenas a fachada. Fazia parte do plano. Então me vesti com as lingeries que estavam na mochila e para cada uma delas, pedi ao meu amante que tirasse várias fotos. As fotos também contavam com participações do Pê, que entre as trocas de roupa, simulava alguma cena de sexo comigo. As fotos eram muito provocantes, totalmente explícitas. A idéia era mostrar as fotos ao namorado e fazê-lo pensar que teria ido à casa de swing, mas em companhia de outra pessoa. Sabia que isso o irritaria. Tinha certeza de que seria o golpe derradeiro para terminar a relação e assim que terminei de tirar as fotos, tive uma nova sessão de sexo com meu maravilhoso amante. Quando fomos ver, ultrapassamos as 6 horas do quarto. Começamos a nos arrumar para sair e só então liguei meu celular. Bastou retomar sinal de recepção e recebi 26 apitos de mensagens de ligações recebidas e mensagens armazenadas, todas dele. Estava prestes a ouvir a primeira quando recebia mais uma ligação do namorado. Atendi e ele, do outro lado, falava nervoso. Não estava mais ansioso ou esperançoso sobre qualquer que fosse a fantasia que eu dissera que iria realizar. Falei pouco, mas ele entendeu que eu não estava em um ambiente qualquer. O eco do quarto fazia-se perceber que eu estava em algum ambiente fechado e, supostamente, sozinha. Eu ri e disse que estava indo até a casa dele para conversarmos. Meu futuro ex- ouviu um barulho ao fundo e começou a falar bravo e querer saber o que estava acontecendo, onde eu estava e com quem. Apenas falei que ele teria uma surpresa quando nos víssemos e desliguei. Feliz por todo o plano estar seguindo conforme o planejado, olhei para o Pê, desliguei o celular, liguei para a recepção e disse: - ?Esquece a conta. Vamos ficar mais um pouco...? E a minha aventura continuou até o dia seguinte. O futuro ex-? Ah, deixei ele esperando...
peti_rj@hotmail.com (Se desejar contato, por favor ao me enviar algum convite para adicionar informe de onde me conheceu, assim terei a certeza de que seu convite não é um vírus e aceitar sem problemas, obrigado)

Dei pra 3 no casamento do meu amigo

OI, tenho 38 anos separada, ja fiz muitas aventuras mas essa foi muito boa... Bem em Maio deste ano fui a um casamento em uma chácara, tudo normal até abrirem a pista e começarem com os coqueteis...comecei a dançar e precebi que junto a nossa turma tinha um carinha que nao tirava os olhos de mim, e ele era bem interessante. Eu estava de carona e quando ja cehagava por volta das 3:00 minha Amiga que era dona do carro resolveu ir embora, tentei argumentar para ficar mas ela estava cançada, foi quando que pra minha surpresa esse carinha chega e diz: - Se você quizer pode ficar só tem mais 2 comigo te lev pra casa, não questionei, depedi da minha amiga e fiquei, dessa hora em diante ficamos amigosmas os olhares eram bem diferentes, empolguei, bebi demais, foi quando Carlos (nome dele) me chamou ra irmos embora eu disse uai vamos sim, quando entro no seu carro vejo mais dois no banco de trás, Luiz e Flávio, só lembro de dizer oi, flavio já veio por trás de mim e passou a mão no meu pescoço e disse, oi linda! vc demorou, eu sorri pq nessa hora minha bucetinha já estva toda molhada, luiz veio levantou no banco de trás e me deu um beijo eu não refuguei, mas ai Carlos reclamou, disse que ele que tinha que ganhar o beijo primeiro pois foi ele que me olhou a noite toda, então eu disse: por isso não venha cá e dei um beijo de lingua daqueles bem gostoso nele e senti que a coisa ia ficar preta pro meu lado, nem liguei que estávamos no estacionamento da chácara, saímos dalí e carlo perguntou aonde morava, respondi mas ele me disse que bem perto da chácara tinha um ligar melhor pra irmos eu disse a ele que o dono do carro era ele e que eu iria pra onde ele me levasse, foi a deixa eles todos gritaram de alegria.... Chegamos em um motel e dentro do carro mesmo Carlos largou o volante e veio pro meu banco, nesse tempo vi alumas mãos passando em meus seios aracaram minhas roupas e ai ja não via mais que era quem, eles me carregaram pra dentor do carto, me johgaram na cama e quando eu eram 3 picas enormes Carlos 22 cm, Luiz e Flavio 23 cm, fiquei feliz de mais pq detesto pica fina e pequena, falei é hoje que eu tiro a barriga da miséria (nunca tinha dfeito com doisainda mais com três) arlos me deito abriu minhas pernas foi me chupando delicisamente, colocava o dedinho e aliguinha dentro da minha cucetinha veio luiz e começou a masturbar meu clitóris enquanto Flávio me deu aquela pica linda pra chupar.. Mamava cmo se fosse um pirulito Carlos ia tirar a lingua eu gritei que queria gozar daquele jeito primeiro na lingua dos três e assim foi, saiu um entrou outro depois de bem relaxada eles começaram a revesar na minha bucetinha colocavam a camisinha metiam gozavam eqanto eu chupava um e punhetava o outro, deitamos e eu percebi que tinha uma banheira levantei liguei ela e fui tomar um banho pra relaxar...estava de olhos fechados quando senti um dedo rosso na minha buceta, era Flávio dizendo que queria mais eu respondi mas é lógico que tem mais n´s nem começamos... elesvieram pra banheira e ali comeram minha buceta só que dessa vez Carlos e Flávio colocaram os dois dentro dela nossa fui ao gozo rápido, Luiz então disse já que els fizeram assim que agora comer seu Cú, não exitei, levantei, peguei a pomadinha que tinha lá meti no meu cú virei meu rabo pra ele e disse: Come que seu, ai foi que eu gozei mesmo uma pica grossa daquela no meu cuzinho foi maravilhos... os amigos não se contentaram e comeram meu cu também.... fiquei ali naquela banheira um tempinho e els ficaram tomando cerveja, foi quando eu levantei e disse: quero uma DP porém quero que vcs me chupem até eu gozar de novo na ligua dos três, vi aquelas picas subirem rápido eles mu chuparam maravilhosamente,, depois sentei na pica de Luiz e Carlos veio por trás nossa que DP maravilhos... Carlos Gozou, saiu e Flávio entro... Luiz Gozou mas ficou lá embaixo esperou flávio gozar e então caimos os quatro na cama, acordamos e eles me deixara em casa.. no outro dia minha amiga me ligou perguntando se eu tinha ficado com raiva por ter me deixado lá na festa eu disse a ela: nunca querida foi a melhor coisa que você poderia ter feito......

Arrombando a Namoradinha Virgem

Meu nome Marco (fictício) e o da minha namorada Keel ...

Minha namo é loira, peitos grandes, bunda grande, olhos claros e muito gostosa.

Era véspera de ano novo, e eu e Keel estávamos em casa ... como sempre ... se curtindo no meu quarto ... mais akela coisa básica ... beijos, abraços, carícias (medrosas) ... até q eu um dia começamos a passar um pouco daqueles limites ... e quando estávamos nos beijando minha mão foi subindo por dentro da sua blusa ... e comeceii a acariciar aqueles peitos gostosos e firmes e ela desceu a mão para dentro da minha calça que já estava com um volume imenso de tesão !!!

Tirei sua blusa e comecei a mamar naquela teta maravilhosa e ela começou a bater uma pra mim ... !!! Enquanto eu mamava fui descendo com minha mão pra sua xaninha virgem e apertadinha e ela começou a gemer ... e parou por ali ... não deixou eu continuar ... apenas me fez gozar e ali acabou nossa tarde !!!

Liguei pra ela no dia seguinte e perguntei o porque ela num deixou rolar, já que tava tão bom ...
Ela disse que estava com muito medo mais que tava louca de tesão ...
Aproveitei que meus pais foram viajar e chamei ela pra vir em casa no domingo, que a casa estaria vazia ... !!!

Enfim chega o domingo, almoçamos e tal e fomos para o quarto da minha mãe ... colocamos um filminho pra animar a tardeee e começamos a nos beijar loucamente ...

eu pegando naqueles peitões que ela tinha ... comecei a percorrer o corpo dela com a minha linguaaa ... e ela gemiiia de tanto prazer ...
enquanto isso, ela foi tirando minha roupa e eu a dela ... fique só de cueca e quando ela viu o volume em minha cueca, do meu mastro já excitado, ela ficou loucaaa e pulou em cima de mim ...

ela pegava com tanto gosto e com tanta prática que eu jurava que ela num era virgem ...

Deitei ela na cama, toda peladinha e deitei em cima dela e comecei a enfiar meu pau na xaninha virgem dela ...

Ela gritava muito e ao mesmo tempo sentia muito prazer !!!

Quando enfiei tudo ela gritou com uma voz rouca e louca de prazer e pediu que eu nao parasse !!! comecei a enfiar e por nela ... e ela começou a gozar ...

quando tirei meu pau da bucetinha dela ...ela pegou e enfiou denovo ... havia gostado da coisa !!!

Quando xegamos ao ápice do orgasmo .. fui gozar e gozei tudo nela !!!
de inicio ela ficou meio assim, mais depois foi tomando todo o meu leitinho e demos uma pausa na transa e depois começamos tudo de novo .. só que com oral ...

fiz ela gritar de prazer lambendo a xoxotinha dela interaaa e depois ela me fez gozar xupando meu pau que nem uma putaa ...

até hoje, seus pais axam que ela ainda é virgem e eu continuo comendo ela !!!

A Advogada

Já tinha tempo que estava procurando estágio. Eu tinha pouca sorte com as garotas - não era mais virgem, mas também não era "o" comedor. Sendo sincero, já fazia mais de ano que não transava de verdade. Marquei uma entrevista em um escritório de advocacia em uma Segunda-Feira. Já fui meio sem esperanças, mas as perdi completamente quando cheguei no prédio e vi que ainda teria mais dois concorrentes. Eles foram chamados primeiro e receberam aquela promessa falsa de sempre, o "deixe seu telefone e nós ligaremos". Entrei na sala e cumprimentei a entrevistadora - era uma mulher de uns 30 anos, bonita, com o cabelo preto preso e vestida de uma maneira que combinava com o ambiente. Ela explicou o trabalho (que consistia em digitar documentos e organizar tabelas, o tipo de coisa entediante que sempre sobra para os estagiários), o salário e mais uns outros detalhes. Por milagre fui contratado.
Levou cerca de duas semanas até arrumarem os documentos e tudo mais. Eu trabalharia com a mesma mulher que havia me entrevistado. Ela se chamava Débora e era a principal sócia do escritório. Além de mim, havia uma secretária geral e mais dois estagiários, para os outros dois advogados. Me acostumei rápido com a rotina, depois de um já tempo já passava mais tempo matando trabalho na internet do que fazendo alguma coisa de verdade. Tudo seguiu bem por uns dois meses, até que a Débora me pediu uma tarde para ficar depois do turno, para ajudá-la a organizar uns documentos. Nós ficamos ali, concentrados arrumando as coisas, sem conversar muito. O celular tocou, ela pediu licença e foi atender. Quando voltou percebi que estava nervosa, não quis parecer intrometido, mas quando começou a chorar, fiquei meio sem escolha. Perguntei o que havia acontecido e ela me contou que seu marido tinha ligado; ele queria a separação. Débora o tinha pego na cama com uma amiga sua. A abracei meio sem jeito, principalmente por não saber o que falar. Ela era uma mulher pequena, devia ter menos de 1,70. Sua cabeça repousou em meu peito, seus braços em torno do meu tronco. Meu pau começou a ficar duro, não pude evitar - nessa idade qualquer coisa me deixava excitado. Quando ela sentiu, pensei que seria demitido. Mas o que aconteceu foi o contrário, aquilo que nem conseguia imaginar - a mulher começou a mexer seus quadris, roçando seu corpo no meu. Botou meu pau para fora e bateu uma punheta lenta, olhando em meus olhos. Logo depois que gozei, ela me mandou para casa.
O tempo passou, Débora se separou e nunca mais falou sobre aquela noite, mas era só lembrar da minha porra melando seus dedos que meu pau dava sinais de vida. Eu estava obcecado por aquela mulher e apenas pensava em maneiras de come-lá. Ia todos os dias para o trabalho com isso na cabeça, mas logo entendi que a atitude deveria partir dela. Mais alguns meses depois, finalmente Débora veio conversar comigo. Primeiro, ela disse que aquela tinha sido uma atitude errada, o que me deixou desesperado. Mas depois disse que estava muito sozinha com o divórcio e que pensava naquela punheta quando se masturbava. Olhou bem para mim e disse com todas as letras que precisava foder. Isso me deixou maluco, fiquei com vontade de fazer o serviço ali mesmo. Me disse para ir em sua casa no Sábado - ainda era Quarta-Feira. No resto da semana, Débora me provocou o máximo que era possível. Roçava sua bunda no meu pau, me deixava pegar em seus peitos duros, uma putaria desgraçada. Eu já estava quase explodindo, não via a hora.
Sábado chegou. Ela morava em um prédio num bairro classe A, fiquei preocupado em pegar o ônibus errado e me atrasar, por isso saí mais cedo. A minha tesão era evidente. Pelo percurso fiquei imaginando o que faria com aquela mulher. Comprei camisinhas numa farmácia ali perto, me identifiquei na portaria e subi. Apertei a campainha, Débora abriu a porta. Vestia um vestido curto e preto, me puxou e colocou sua língua na minha boca. Foi um beijo longo e molhado, com nossos corpos colados. Empurrei ela contra a parede e comecei a beijar seu pescoço, passando minhas mãos por todo seu corpo, apertando seus peitos e sua bunda com força. Ela começou a gemer baixinho. Me mandou sentar em uma poltrona, ficou na minha frente e tirou o vestido. Os cabelos caíram sobre seus peitos, os mamilos eram rosados e pequenos, perfeitos e durinhos. Ela era magra, tinhas coxas finas e uma boceta linda, rosada como os mamilos, depilada. Fiquei olhando absorto aquele corpo, sentindo a tesão crescer ainda mais. Me pegou pela mão e me levou para o quarto. Deitamos na cama, subi em cima e fiquei beijando sua boca. Desci aos poucos, o pescoço novamente, os peitos maravilhosos. lambia e sugava um, enquanto usava os dedos no outro, assim alternando. Fui pela barriga, lambendo cada parte que conseguia. Mandei ela virar de costas e fiz o mesmo, Débora suspirava e gemia. Fui para seus pés, suas pernas, suas coxas. Mal acreditava no que estava fazendo. Beijei suas virilhas e a puxei para o fim da cama. Me ajoelhei na sua frente e lambi delicadamente a entrada de sua boceta. Ela estava muito molhada, tinha um gosto doce. Colocou sua mão sobre minha cabeça e me guiou para seu clitóris. Alternei lambidas ritmadas e constantes com beijos e chupadas de leve enquanto enfiava meus dedos dentro dela e apertava seus peitos. Ela gozou aos gritos, seu corpo todo tremia.
Deitei ao seu lado, ficamos nos beijando enquanto ela brincava com meu pau duro. Tirou minha camiseta e minha calça, lambendo e passando suas mãos pelos meu corpo. Chegou ao meu pau e chupou um pouco, depois me olhou com cara de vadia, subiu em cima de mim e perguntou: - "Me fode?". Joguei-a de costas na cama e coloquei o pau na entrada da boceta. Botei a camisinha e fiquei torturando aquela putinha, até que enfiei. Entrou fácil, deslizando. Era apertada, ela rebolava e gemia alto. Passou suas pernas em torno de mim, suava, eu a chamava de vagabunda, beijava-a, continuamos assim até ela dizer que ia gozar. Ficou por cima e cavalgou enquanto eu chupava seus peitos, gozou gritando como da outra vez. Esperei um tempo e coloquei ela de quatro, colocando a cabeça do pau na entrada do seu cu. Forcei, ela gemia de dor, comecei a masturbá-la, foi relaxando, meu pau entrou até o meio. Senti que ia gozar, tirei a camisinha e procurei sua boca. A porra escorreu pelos seus lábios. Tomamos banho juntos e fui embora.
Pouco tempo depois me mudei da cidade para entrar na faculdade e logo perdi contato com a Débora, mas nunca me esqueci dessa tarde.

Meu Professor

Eu sempre tive sonhos eroticos com meus professores , mas nunca pensei que fosse se concretizar .Um sempre me chamou atenção, o Matheus...Professor de Matematica , Loiro, alto , no auge da juventude .E eu ,Priscila, uma aluna, cabelo castanho com mechas loiras quase brancas, um corpo bonito, 1,60 56 quilos .Bunda impinada seios durinhos .

Durante todo o primeiro semestre, eu fazia de tudo pra chamar atenção dele mas ele nem me notava, só prestava atenção na menina escandalosa, ele era meio idiota, mas era muito lindo um sorriso perfeito .E sempre foi dito o professor perfeito, ao contrario de todos os outros, respeitava muito todas, apesar de algumas brincadeiras nunca tinham ouvido falar de ele pegar alunas. Porém, no segundo semestre eu tive uma briga muito feia com os meus pais, e resolvi sair de casa para pararmos de brigar e meu pai concordou que me sustentaria .
Cheguei desesperada e estava conversando com uma amiga , perguntando se ela sabia de alguem que queria alugar um apt, ou mesmo um quarto e que eu não iria dar trabalho, nisso o professor me interrompe.- Pri, desculpa mas eu escutei sua conversa , a gente pode conversar sobre isso no intervalo , me procura la em baixo ?- Claro Matheus. Respondi imediatamente.
Na hora do intervalo fui conversar com ele, e ele me ofereceu um quarto no apt dele, ele morava sozinho na zona sul do rio , enquanto eu estudava na zona oeste . Eu logo aceitei, claro , e fui conhecer o apt com ele .Adorei, o quarto era grande e tal , ai decidimos que eu pagaria a alimentação da casa, e ele o resto , praticamente ele estava me sustentando , e todo fofo todo amigavel .
Me mudei, e aos poucos nos tornamos muito amigos, e ele trocava confidencias comigo , apesar da namorada dele não gostar muito ( a esqueci de falar, a namorada dele era a mariana, minha professora de redação ', uma piranha. Ele me acordava pra ir pra escola, me levava, me buscava, nos saiamos juntos. Até que um dia fomos para uma boate , e ele bebeu um pouco e acabou se excedendo , tive que levar ele pra casa, pegamos um taxi.
No taxi ele falou que eu era muito gostosa , e que ele tinha me visto tomando banho e tinha ficado louco, só bebeu mais do que a conta para ter coragem de fazer o que ele tava fazendo . Nisso, estava com a mão na minha perna .
Eu fiquei parada olhando para aqueles olhos verdes, que me desejavam , e ele foi subindo a mão invadindo a minha saia . E quando eu olhava já tinha um volume enorme na calça dele. Começamos a nos beijar, e o clima foi esquentando (anhan, isso dentro do taxi) ele passava a mao na minha coxa e aprtava, ia subindo a mão ameaçava me tocar, e tirava a mao denovo .Tentava empurrar minha cabeça em direção ao membro dele, que já estava quase rasgando a calça, mas eu resistia.
CHEGAMOS EM CASA, eu paguei o taxi , o taxista ficou me comendo com o olho e me chamou de gostosa, não dei muita atenção pq eu queria entrar logo em casa.
Quando iamos subir no elevador, o Matheus me tacou na parede e começou a me beijar , tirando a minha roupa ali mesmo, no saguao d predio, eu fui tirando a camisa dele , e passando a mão no mebro dele que latejava, dentro do elevador o fogo continuava , eu ja estava sem calcinha so de saia e sutian , e ele passava a mão na minha buceta por cima da calcinha e foi chupando meus seios violentamente .
Chegamos no andar, a porta do elevador abriu fomos saindo e entrando em casa numa velocidade imensa,  quando entramos , ele me tacou no sofa arrancou o resto da minha roupa e começou a me chupar,  enfiava aquela lingua deliciosa na minha buceta e eu gemia , gemia baixo .eu falei que eu queria ele , queria ele dentro de mim, mas parece que ele queria provocar, e falava espera ainda falta muita coisa putinha, e eu ficava louca com cada palavra dele.derrepente ele tirou aquele pau duro e grosso devia ter unns 24 x 6 cm , e passou por todo o meu corpo até chegar a minha boca ,e começou a socar la dentro como se fosse minha boceta e mandou eu segurar e chupar .e sentou no sofa eu ajoelhei na frente dele , e começei a chupar, dava umas mordidinhas, e continuava chupando , ele gemia , sinal que estava gostando . do nada, ele goza e vem um jato de porra na minha cara, tão forte que foi dificil, mas eu engoli tudo não deixei nem uma gotinha.
pedi novamente pra ele me comer e ele respondeu levantando ,- ja voute comer putinha , eu sei que tu quer sentir essa rola gostosa na tua buceta arrombada.e foi me levantando pelo cabelo, tacando tudo que tinha em cima da mesa no chão e me colocando em cima dela.foi abrindo minha buceta , e cuspiu nela .Começou a esfregar o pau na minha buceta, e colocar so a cabecinha, mas não aguentou e socou tudo de uma vez, no começo doeu um pouco , mas depois foi tudo maravilhoso gozei umas 3 vezes até que ele gozou , e tudo dentro da minha buceta .
Nós fomos pro quarto dormir, e pela primeira vez dormi junto com ele agarradinha.
No dia seguinte , fui pro colegio , mas nao tinha aula dele, ou melhor tinha mas ele nao foi, tava meio mal pela ressaca e pela noite tb (6)mas tive aula da VACA da namorada dele.ela mandando piadinhas pra mim, dizendo que o que eu queria ela tinha a hora que ela quisesse , quase nao me aguentei mas fiquei queta .passou o dia e eu tava louca pra dar meu cu pra ele , mas nao sabia se ele ainda me queria. Fui logo pra casa,ele tava la, e a mariana tb .ele me olhou e piscou, eu dei um sorriso, e fui da rum beijo nele NO ROSTO claro :xE ela ficou desconfiada , e começou a reclamar, não deu pra mt tempo pq ela tinha que ir da aula então saiu, mas ela esqueceu a chave e a gente não percebeu , então ele foi pro meu quarto e :
- Pri, to com fome sabia ?- Quer o que ? Que eu faça comida pra você ? Pede pra Mariii , fiz cara de deboche e fui tirando a roupa pra tomar banho e ele foi falando :
- Claro que não. A comida que eu quero ja nasceu prontinha , e me segurou pelo braço me tacando na minha cama, subindo em cima de mim e beijando meu pescoço.Só que a gente não escutou , mas a namorada dele voltou pra pegar a chave e deu de cara com aquela cena tensa.

continua ...

A filha virgem de minha namorada

Depois de quase 21 anos meu casamento chegou ao fim e acabei me divorciando. De comum acordo com minha ex-esposa meus dois filhos ficaram comigo ( por escolha deles) ela mudou-se para outro local e eu continuei morando no mesmo prédio.Eu estava com uma situação financeira boa e comecei a tentar refazer minha vida e sinceramente me incomodava o fato de estar solteiro novamente. Arrumei uma empregada nova por indicação de uma conhecida do prédio e minha casa começou a entrar em ordem. Meu pedido de divorcio foi no final de outubro e em janeiro do ano seguinte entrei de férias. Como não tinha nada programado em termos de viagem, fiquei em casa mesmo e aproveitava o calor e o sol que fazia para pegar um bronzeado no solarium do prédio. Certo dia eu estava no salarium sozinho, quando moradora do prédio que eu conhecia de vista e porque meu filho mais novo brincava com seu filho apareceu para pegar um bronzeado e começamos a conversar. No meio do papo ela perguntou pela minha ex e eu falei que tínhamos nos divorciado e ela comentou que também tinha se separado do seu marido. A conversa continuou por um bom tempo e eu comecei a perceber que ela me comia com os olhos e também ela não era de se jogar fora. Alguns dias depois nos encontramos novamente no solarium e comecei a reparar que ela era bem gostosa e nosso papo ficou um pouco mais intimo. Comentei que faria aniversário no próximo dia 20 e que meu advogado já tinha me dado um presente de aniversário me avisando que meu divorcio tinha sido concedido sem ressalvas pelo juiz. Ela me parabenizou pelo fato e falou que eu precisava comemorar meu aniversário e o divorcio. Naquela mesma noite, meu interfone tocou e para minha surpresa era ela pedindo meu telefone, pois queria falar comigo. Minutos depois me ligou e me convidou sairmos para comemorar, saímos e depois de jantarmos acabamos indo para um motel aonde transamos de todos os jeitos, ela era uma verdadeira puta na cama e depois disso começamos a namorar. No início houve muita resistência por parte de seus filhos em relação ao nosso namoro, mas com o tempo começaram a aceitar , depois que perceberam que eu não queria substituir seu pai.
Sua filha, uma ninfetinha começou se apegar muito a mim e quando nos reuníamos para ver filmes ou TV ela sempre procurava deitar do lado no sofá, outras vezes sentava no meu colo e ficávamos conversando. Eu nunca percebi nenhuma maldade nisso e sua mãe falava que a menina gostava muito de mim.
Num final de semana prolongado fomos para um hotel fazenda, eu e minha namorada ficamos em um bangalot e meu filho mais novo e seus filhos ficaram em outro. Numa tarde enquanto as crianças estavam na piscina se divertindo, aproveitamos para descansar um pouco e depois do banho fomos pra cama e começamos a transar, ela como de hábito fazia um escândalo quando metia e no meio da foda com ela sentada em cima do meu cassete e de costas para a porta, percebi que a porta abriu e vi a menina parada olhando nossa transa. Naquele momento meio sem ação e com pau dentro da buceta da minha namorada continuei a foder até gozar com ela nos observando. Não fiz nenhum comentário a respeito com minha namorada e comecei a perceber que a menina não tirava os olhos de mim.
Certo dia, estávamos assistindo teve, e a menina sentou a cavalo no meu colo de frente pra mim e começamos a conversar e percebi que ela roçava sua bucetinha no meu cassete, fazendo movimento para frente e para trás, enquanto me contava alguma coisa,Eu sentia o calor de sua bucetinha no meu pau e fazia um esforço enorme para que ele não ficasse duro e minha namorada não percebesse. Essa bricadeirinha se tornou freqüente e um dia minha namorada falou que sua filha era como ela, não gostava de usar calcinha para dormir. Minha ficha caiu na hora, então ela quando sentava no meu colo de camisola, estava sem calcinha,por isso que eu sentia o calor de sua bucetinha e com toda certeza ela fazia para me provocar e ou também que estava com tesão. Comecei a ficar inquieto com aquela situação e confesso que bati algumas punhetas só de imaginar aquela bucetinha virgem se esfregando no meu cassete.
O tempo foi passando e a essa altura quando ela sentava a cavalo no meu colo, eu ficava de pau duro e ela esfregava sua buceta por cima da minha calça, sentindo meu cassete . Uma noite o filho da minha namorada ficou com febre e ela pediu que eu ficasse com a menina que ela iria levar o menino no hospital. Eles saíram e eu fiquei só com ela na sala vendo teve, então ela falou que iria tomar um banho. Continuei vendo TV e depois de alguns minutos ela veio pra sala de camisolinha bem curtinha e transparente. Sentou-se ao meu lado e começamos a conversar, ela começou a contar um caso que tinha acontecido na escola e como sempre sentou no meu colo a cavalo de frente pra mim. Na hora senti sua bucetinha no meu cassete e fiquei de pau duro, ela começou a esfregar sua buceta no meu pau por cima das minhas calças e segurando no meu pescoço contraia a buceta fortemente contra meu pau que estava duro como uma pedra. Sem pensar em mais nada, segurei ela pela cintura e comecei a empurrar meu pau na direção da sua bucheta fazendo com que ela se contorcesse toda. Perguntei baixinho pra ela se estava gostoso e ela fez que sim com a cabeça sem tirar os olhos dos meus olhos, então falei pra ela levantar um pouco os quadris que eu iria deixar ficar melhor ainda. Ela levantou um pouco, enfiei a mão por baixo de sua camisola e com o dorso da mão rocei na sua bucetinha que esta pegando fogo e molhada, Tirei meu cassete pra fora e fiz com que ela acomodasse sua bucetinha em cima do meu pau sem penetrar e bati uma siririca com meu cassete esfregando na sua buceta. Ela gemia de prazer e se esfregava cada vez com mais força. Quando vi que estava pra gozar, tirei ela de cima, a deitei no sofá, levantei sua camisola e ela sem tirar os olhos do meu pau obedeceu quando eu mandei ela abrir as pernas. Quando vi aquela bucetinha quase sem pelinhos toda inchada e molhada me ajoelhei e cai de boca nela beijando e chupando seu grelinho, fazendo a menina delirar e quase desmaiar quando gozou pela primeira vez na minha boca. Ela ficou largada no sofá por alguns momentos e eu morto de tesão comecei a bater uma punheta olhando aquela bucetinha virgem e gozei na minha mão com ela olhando.
Com ela largada no sofá, fui pro banheiro lavar as mãos e quando voltei pra sala ela estava ainda deitada na mesma posição sem se recompor. Apavorado com o que tinha feito, sentei ao seu lado e sem graça pedi desculpa e implorei para que ela não comentasse nada com ninguém. Sem falar nada ela levantou e foi por banheiro tomar um banho, eu sentado na sala pensando na besteira que tinha feito. Quando saiu do banheiro perguntou se eu estava com sede e se queria um refrigerante, eu disse que sim e ela foi na cozinha e voltou com o refrigerante e tomamos e começamos a conversar. Foi quando ela me disse que já tinha visto eu transar com sua mãe e tinha vontade de fazer o mesmo e que brincava com os menininhos no colégio, mas nunca tinha sentido o que ela sentiu comigo. Ela disse que já tinha batido uma punheta pro seu namoradinho e com cara de safada perguntou se gostaria de ver como ela sabia fazer, pegando no meu pau por cima da minha calça que ficou duro na hora. Tirei o cassete pra fora, e ela falou que era bem grande e começou a bater uma punheta sem muita prática. Tirei sua mãozinha do meu cassete e puxei sua cabeça na sua direção e pedi pra ela dar um beijinho nele como eu tinha feito na sua buceta. Ela começou a chupar só a cabeçinha e eu fui ensinado ela como chupar gostoso. Aos poucos ela já estava engolindo meu pau, fazendo movimentos de vai-vem e eu ao mesmo tempo brincava com seu grelinho com meus dedos.Ela tirou a boca do cassete, levantou tirou a camisola ficando nuazinha e sentou em cima dele, segurando ele de pé na direção da sua buceta. Eu assustado a segurei e falei para ela sair de cima e não fazer isso, pois iria perder a virgindade e ela era muito nova. Ela disse que queria sentir meu cassete dentro dela,como eu fazia com sua mãe.Com jeito fui explicando pra ela que tudo tinha seu tempo, a essa altura eu não agüentava mais de tanta tesão e sem pensar falei que ela poderia sentir um homem dentro dela sem perder a virgindade. Foi quando ela me falou que suas amiguinhas já tinham comentado com ela que davam o cuzinho para seus namorados e se era isso que eu iria fazer. Coloquei ela de bruços no sofá, enfiei a língua no seu cuzinho com ela delirando de prazer. Ela doidinha como sua mãe pediu para que enfiasse no seu rabinho. Com muito cuidado coloquei a cabeça do pau na entrada do seu cu e forçando aos poucos com ela gritando que estava doendo mas estava gostoso, fui enfiando e com outra mão batendo uma siririca pra ela. Com ela cheia de tesão e relaxada enfiei meu cassete até o saco naquele cuzinho delicioso. Depois de várias bombadas gozei enchendo seu cu com minha porra. Ficamos abraçados, eu com o pau dentro do seu cu até ele dar sinais de vida novamente e comecei a foder novamente aquele ex cu virgem, gozamos juntos.
Fui ao banheiro me lavar e ela entrou comigo para tomar banho com a minha porra escorrendo nas suas pernas, com pequeno filete de sangue, ela me beijou na boca e disse que apesar de estar com o cu ardendo tinha sido muito gostoso.
Quando sua mãe chegou com o menino do hospital ela já estava dormindo no sofá, perguntei como o menino estava, ela me falou que estava tudo bem e que era só uma amidalite.
Dias depois eu estava em casa sozinho, tocou a campainha e quando abri a porta era ela. Perguntou se eu estava só e foi entrando. Ela vestia um vestidinho curto e soltinho, fechei a porta e ela me abraçou, me beijou na boca e disse que estava com tesão na hora meu pau ficou duro. Tirei o cassete pra fora da bermuda, levantei seu vestido e coloquei bem no meio das suas coxas, pressionado sua bucetinha quente e molhadinha ( ela estava sem calcinha) ela tirou o vestido ali mesmo na sala, com meu pau no meio das suas pernas e se ajoelhou e enfiou meu pau na sua deliciosa boquinha me fazendo um boquete cheia de tesão. Tirei a bermudas e a deitei no tapete da sala e chupei sua bucetinha com ela delirando e pedindo para que eu a fizesse gozar.Antes que ela gozasse na minha boca, coloquei meu pau na entrada da sua buceta toda melada e comecei a pincelar meu cassete naquela bucetinha virgem e deliciosa. Quando ela gozou eu gozei em cima do seu grelo e continuei deitado em cima daquele corpinho juvenil, suado e cheiroso. Sai de cima dela e deitei ao seu lado no tapete, ela me abraçou e falou que tinha sido pouco, começou a alisar meu cassete e quando ele ameaçou a ficar duro, colocou na sua boquinha gostosa e me chupou num boquete de gente grande, antes que eu gozasse falou que queria ele dentro dela, mas não no cuzinho, queria na buceta e seu eu não a comesse ela daria pro seu namoradinho. Falei que ela estava louca que ainda era cedo pra ela se tornar mulher, etc,etc. Ela sem me dar ouvidos sentou a cavalo em cima de mim, segurou meu pau colocando-o na entrada da sua buceta e de uma só vez sentou , fazendo com que ele entrasse até o o saco. Sem resistir comecei a bombar dentro daquela gruta maravilhosa, com ela rebolando, subindo e descendo e gritando como uma louca até gozar e eu também gozei enchendo sua buceta com minha porra. Ela saiu de cima e caiu de lado quase desmaiada e eu satisfeito mas apavorado com o que tinha feito. Refeitos fomos tomar um banho e ela cheia de amor pra dar, me falou que tinha adorado ter perdido a virgindade comigo e que tinha gozado como nunca. Começamos a brincar no chuveiro e falei que estava com vontade de comer seu cuzinho, ela riu me beijou fechou o chuveiro, pegou a toalha se enxugou, jogou a toalha em cima de mim e correu pro quarto. Me enxuguei rapidamente e corri para o quarto, ela estava deitada de bruços em cima de um travesseiro com a bunda empinada, num convite irrecusável para que eu comesse seu cu. Enfiei a cara no meio das suas nádegas e meti a língua naquele cuzinho delicioso, lubrificando com minha saliva e com ela já cheia de tesão coloquei a cabeça do meu pau na porta do seu cu e fui enfiando aos poucos, com ela gemendo e pedindo para eu por bem devagar. Com ela bem relaxada, meu cassete entrou todo e com o saco batendo na sua bunda comecei um vai-vem, acelerando aos poucos e alternado no seu cu e na sua buceta, até que gozamos com meu pau atolado no seu rabo.Tomamos outra ducha, nos vestimos e fomos para sala, foi quando me confessou que estava louquinha pra dar e só tinha medo de ficar grávida e só criou coragem quando sua mãe falou que eu tinha feito vasectomia.
Namorei sua mãe durante dois anos e sempre que dava, eu metia com a sua filha que estava cada vez melhor. Terminamos o namoro e ainda por mais alguns meses eu transava com sua filha, até que ela começou a namorar e ai cada um seguiu seu caminho.
Tempos depois construi uma casa num condomínio fechado me mudei do prédio e nunca mais tive contato com elas. Da minha ex namorada nunca tive saudades e nunca fiquei com tesão pensando nas nossas fodas, mas da sua filha até hoje fico de pau duro só de pensar nela e ainda guardo o cheiro gostoso do seu corpo suado de quando fazíamos sexo.

Socando firme na ninfetinha

Olá pessoal, vou contar aqui uma história que aconteceu comigo por algum tempo. Mas primeiro vou me apresentar, me chamo Marcelo, tenho um 1,75m, cabelos pretos e olhos castanho-escuros, dono de um pau não muito grande 15 cm, mas que proporciona muito prazer a uma mulher.  Moro no estado do ceará, mas precisamente na cidade de Maracanaú há 45 km da capital, Fortaleza. Na cidade que eu moro eu conheci uma ninfetinha, foi em sua festa de aniversário que fui acompanhar uma amiga que por ventura seria também sua amiga. A aniversariante se chama Taila, baixinha 1, 53 m, corpo que pesa 55 kg distribuídos com a mão divina. Ela tem longos e macios cabelos negros que contrastam com sua pele alva e sedosa, um olhar penetrante e ousado que deixa o mais experientes dos homens se sentirem presas. Seu corpo hipnotiza os olhares e faz a inveja ascender entre as mulheres e foi assim que fui fisgado.

A minha amiga se chama Débora, bonita e muito atraente, mas muito bem casada com sua religião e trabalho, no decorrer da festa nos reunimos em um grupo de amigos e no meio da conversa resolvemos combinar uma aventura, ir a um acampamento em cima de uma serra aqui perto. Nossa cidade tem um relevo cheio de montanhas florestais e isso pra quem gosta de aventuras é um prato cheio. No início eu não me interessei, mas depois que vi Taila se incluindo no programa não poderia perder essa chance. Chega o dia e todos nós, Taila, Débora, eu e mais dois amigos, Carlos e Roberto partimos, logo de início já fui ficando muito excitado, pois a ninfetinha estava com um shortinho colado e curtinho que dava pra ver a polpa da sua bundinha aparecendo, meu pau já ficou duro daí.

Chegamos ao ponto e nós cinco traçamos nossas estratégias com Roberto como guia, pois ele era o mais experiente dentre nós, pegamos uma trilha segura e começamos a subir e eu de olho fixo naquele quadril que toda vez que balançava me fazia tremer os joelhos. Ao meio dia resolvemos parar para fazer uma breve refeição antes de continuar, comemos alguns enlatados e logo após Taila com sua vitalidade ainda de uma adolescente teve vontade de procurar uma manga pra sobremesa. Débora estava muito exausta para acompanhá-la, Carlos e Roberto estavam muito ocupados discutindo que trilhas deveriam pegar depois daquela pausa para o almoço, então sobrou eu para acompanhar aquela pobre menina a procurar uma árvore com muitas frutas.

Caminhamos mata a dentro então encontramos uma majestosa mangueira cheia de belos frutos, ela disse: - deixa que posso subir, só me dar uma mãozinha. Ali ela poderia pedir muito mais que uma mãozinha que eu daria com todo gosto. As horas foram passando até percebermos que estava ficando tarde, eu não vi as horas passarem, pois estava ocupado de mais contemplando a pequena Taila caminhando em cima dos galhos, até que ela viu que já era tempo de irmos embora, mas pra minha felicidade estava-mos perdidos no meio do mato numa grande serra. O que ela não sabia é que eu além de não ser o guia do grupo também sei o local do acampamento. Então ela disse: - estamos perdidos e nossos celulares não tem sinal... e agora? ? calma Taila, nós ficaremos aqui e no amanhecer encontraremos o caminho, não adianta fuçar no escuro agora certo? (A essa altura o Roberto já tranqüilizou a Débora dizendo que eu não estou perdido, pois conheço a montanha, então a menina estaria em boas mãos.)

Depois de tranqüilizar a jovem moça fomos a uma gruta bem grande numa pedra onde tem um riacho e lá ficamos conversando. Ela disse que 1 dia antes de seu aniversário teria brigado com o namorado e estava muito chateada com isso. Aos poucos ela foi se soltando e sentindo segurança em mim quando não resisti e beijei a boca dela segurando-a com bastante avidez, ela sentiu que a pegada era de um homem e não de um pivete como era o namorado dela e logo se entregou em meus braços. Eu a deitei sobre a pedra perto de nossa fogueira para espantar os insetos e comecei a despi-la. Primeiro fui lambendo seu queixinho afilado contornando seu pescoço, beijei e lambi aquele pescocinho descendo até a cavinha de sua clavícula, isso lhe causou certo arrepio onde senti seus pelinhos se levantarem. Suavemente tirei o colete que vestia sobre o ombro e comecei também a beijar ali, logo fui desabotoando com a boca sua blusinha de tecido fino que cobria sua barriguinha e me despojei nela lambendo e chupando ardendo em tesão.

Taila não parava de ofegar, claro que ela nunca tinha sentido aquilo e muito mais tinha por vir. Fui encaminhando minha língua sobre seu corpo até chegar no prendedor do sultien, desencaixei os prendedores da peça e mamei como uma criança naquelas pequenas, porém macias protuberâncias, hora colocava-os inteiros em minha boca, hora chupava só os mamilos durinhos passeando minha língua sempre de um para o outro e deixando-a louquinha. Seu corpo se contorcia todo parecendo arder no fogo, mas o único fogo que ela sentia era o do tesão. Minha mão que sempre a acariciava deixava seu desejo à flor da pele. Fui tocando suavemente seus seios e às vezes os apertando e em seguida desci por sua barriga até em baixo do seu short, ela mesma abaixou o zíper para sentir mais meus dedos caminharem em sua bocetinha, eu tirei de uma vez seu shortinho e comecei a beijar sua pelve e sua rachinha por cima da calcinha, dei uma leve mordidinha nela e suas mãos me seguravam como se não pudesse escapar dalí. Com um dedinho afastei um pouquinho sua calcinha e dei uma singela chupada em um de seus grandes lábios, a esta altura Taila já me implorava para fode-la. Ouvia sua voz trêmula, o tesão falava por ela. Fui desenrolando sua calcinha até tirá-la do corpo e logo em seguida fui lambendo suas pernas até chegar novamente em sua xoxota, minha nossa como estava encharcada de mel! Não pensei duas vezes e caí de língua naquela suculenta fenda do prazer, tão pequenina, com alguns pelinhos ainda emergentes e tão suculenta! Abri o máximo que pude e afoguei meu rosto nela. Chupava aquela boceta como uma sanguessuga faminta, chupei tanto o seu grelinho que sentia ela espirrando mel na minha língua quando gozava, enquanto eu sugava e lambia seu grelo dois dedos meus fincavam sua xaninha.

Taila mal conseguia levantar de tantas vezes que gozou, mas a menininha quase inexperiente ainda iria receber o melhor, a minha pica dura como um rochedo adentrando suas carnes e esparramando leite quente por todo seu corpo, então fiz ela vir pra cima de mim e sentar no meu cacete que já estava a sua espera, ela sentou quase sem forças e eu a segurei pelas polpas da bunda e arremeti em sua boceta como se fosse um pistão. Comecei a comer aquela grutinha deliciosa pegando por baixo e ouvindo o barulhinho molhado do meu pau entrando nela e meu saco batendo também querendo entrar. Ela gemia e dizia ? ai que delícia, me fode bem gostoso, arrasa tudo, vai!! Ela é magrinha, mas se tornava pesada com essa posição, então fiquei de lado por trás dela, pus meu cacete pra dentro novamente e comecei a socá-la por trás com uma mão masturbando o seu grelinho. A todo instante ela dizia ? continua que vou gozar, não pára, por favor, me fode até as últimas conseqüências!!

Com esse tesão todo não agüentei mais e dei a primeira gozada, deixei a xoxotinha dela entupida de porra, o tesão foi tanto que cada esguichada que eu dava mordia os lábios e ela ainda botou a mão na bocetinha pra passar os dedos na boca e sentir o meu gostinho, ou melhor, do meu esperma. Eu vi que ela é mais safadinha que esperava então resolvi comer o cuzinho dela. O tesão ainda estava vivo e eu estava morrendo de vontade. Eu disse ? vem cachorrinha fica escoradinha nessa pedra aqui, prometo que não vai doer nada! Ela ficou bem arrebitadinha, dei uma lambidinha no cuzinho dela e vi que ele nunca tinha recebido uma rola, ela deu sorte, pois além de eu não ser um cavalo ainda sei comer um cuzinho virgem como ninguém. Primeiro soquei bem na vagina pra deixar meu cacete bem lubrificado com seu próprio melzinho, depois cuspi em cima da cabeça latejante para dar um complemento, então encostei nu buraquinho fazendo uma leve pressão. Pra deixá-la bem relaxada fiquei saboreando sua nuca com beijos e pequenas chupadas no cantinho da orelha, quando ela veio dar por si a minha pica já estava na metade enterrada. Fiquei fazendo o vai-vem com bastante calma até ela perder o medo de vez, então segurei seus grandes cabelos negros e empurrei com mais força. Ela com a voz carregada de desejo diz ? enfia tudo, lá no fundo, ta uma delícia, agora sempre vou querer que coma o meu cuzinho...ai que delíciaaaaa!!! Me come gostoso meu animal!! Vou gozar, vou gooozarrrr.

Enquanto a pequena gozava como uma puta profissional e falava tudo isso delirando com minha rola em seu buraquinho, eu já estava pronto a gozar também, então dei uma fincada forte e segura fazendo-a gritar feito uma besta feroz. arranquei de uma vez minha tora de dentro dela e a trouxe de joelhos pra receber na boquinha mais uma dose de seu leitinho, ela abriu bem a boquinha e eu despejei dentro dela o líquidozinho branco, quentinho e saboroso que ela tanto gosta. depois de gozarmos feito loucos ainda fomos no riacho nos lavar com a água gelada daquela noite, afinal, nós estávamos ao relento no meio do mato.

No primeiro raio do sol resolvemos ir em busca de nossos companheiros, ao chegar no local do acampamento, ainda muito cedo, nos deparamos com algo muito impressionante. Parece que a Débora esqueceu um pouco sua religião e trabalho para se dedicar naquela noite aos amigos Carlos e Roberto, pois ela estava dormindo nua no meio dos dois na mesma barraca. Hô povo solidário!!!

Beijos, abraços e até o próximo conto,

Marcelo.

A namoradinha do amigo do meu sobrinho

Meu irmão é divorciado e mora sozinho na praia de Icaraí, como esse ano ele iria trabalhar não poderia se juntar a família então eu fui passar o final de ano com ele sem imaginar que o meu sobrinho transformaria a sua pequena quitinete em um verdadeiro acampamento no estilo cada um por si e Deus por todos. Quando cheguei lá encontrei uma tropa desorganizada que só queria saber de aproveitar a praia, beber e mais nada, a pia estava transbordando de louça e metade da areia da praia cobria o chão da sua pequena quitinete. Era três casais e mais cinco rapazes com o meu sobrinho, jovens que oscilavam entre os dezoito e vinte e dois anos e que só queriam beber todas. Tentei por ordem na casa pedindo ajuda para as três moças e a cooperação dos oito rapazes, depois de ter organizado toda aquela bagunça chegou a hora da recompensa e merecidamente todos nos fomos para a praia e aquela impressão de tio malvado passou na hora. Enquanto um dos casaizinhos estava no maior Love e sempre se mantiveram afastado do grupo um outro estava em pé de guerra e o terceiro não se decidia se iam namorar ou se iam ficar juntos da galera. A madrugada foi entrando e o sono e cansaço começou a bater na molecada que aos poucos foram caindo que nem peça de domino, pernas para um lado e braços para o outro e o caos estava formado por causa do espaço reduzido, o casalzinho apaixonado improvisaram uma caminha na cozinha e os outros dois prenderam suas namoradas contra a parede enquanto os demais rapazes se emperfilavam entre eles e eu e o meu irmão ficamos um em cada ponta aos seus pés. Meu irmão saiu para trabalhar e eu fui comprar pão para o almoço da molecada que só levantaram depois das onze horas, novamente paramos no quiosque do barbudo e começamos a beber, a noite parecia ter adoçado o casal que estava em pé de guerra mais pela manhã eles já voltavam a duelar, tentei usar um pouquinho da minha experiência para amenizar a situação entre o casal, mais parece que isso só piorou as coisas porque o rapaz não cooperava e a garota ficou encantada comigo, o resto da molecada começou a zoar e a noite eles deitaram separados. Tivemos mais uma noite de luta de pernas e braços brigando por um espaço melhor e desta vez ate eu entrei na pancada, sem o seu namorado a Carolina se esparramava inquieta e depois de tanto rolar para lá e para cá ela acabou com seus pés sobre o meu corpo, começou a tatear seus pés na minha perna como se estivesse em busca do meu pênis e quando o encontrou usou os dedinhos do seu pé para me excitar, tentei por varias vezes retirar o seu pezinho de cima, mais avaliando a sua persistência só pude presumir que ela não estava dormindo e fiquei quieto para ver no que iria dar, quando ele ficou rígido ela começou a deslizar a sua perna pelo comprimento, mais o barulho e a claridade da porta do banheiro fizeram seus movimentos cessar, tão logo essa pessoa saiu do banheiro seus movimentos recomeçaram. No terceiro dia consegui convencer a maioria da molecada a levantar mais cedo e aproveitarmos melhor o dia jogamos futebol, vôlei, frescobol e nadamos ate seus corpos ficarem exaustos e logo após a meia noite já estavam todos dormindo exceto Carolina que insistia em brincar com o seu pesinho no meu pênis, ela se levantou e foi para o banheiro acho que a sua intenção era de que eu a seguisse mais como continuei fingindo que estava dormindo ela retornou e se deitou ao contrario e aos poucos começou com a sua encenação, primeiro passou seus braços sobre a minhas pernas e sem a minha reação se puxou a frente fazendo da minha coxa travesseiro, começou a dar beijinhos no meu pênis sobre o short enquanto sua mão soltava o cadarço, arriou meu short um pouquinho deixando meu pênis ereto com uma leve masturbação e depois caiu de boca engolindo tudo, sua boca voraz subia e descia fazendo uma potente sucção que em poucos minutos ele já pulsava forte em sua boca enchendo-a com o meu prazer, ela ainda tentou montar e eu cheguei a dar duas socadas naquela xoxotinha apertada, mais alguém se mexeu e ela deitou-se rapidamente, estiquei meu braço entre as suas pernas e acariciei a sua xoxotinha ate meus dedos serem banhados com o seu orgasmo. Na manhã seguinte parecia impossível ficarmos sozinhos e ficamos o dia todo só na troca de olhares, olhares famintos de desejo, de um pelo outro. Aleguei não estar mais com idade para agüentar tanta aventura e me deitei mais sedo e para não ficar no meio do caminho me deitei no local onde se deitava a molecada, a noite foi caindo e aos poucos todos iam se deitando, não quiseram me acordar e alguém foi para o meu lugar me deixando ao lado dela naquela noite, quando começou a sinfonia dos roncos de madrugada ela, pois sua mão dentro do meu short e começou a me masturba, eu rolei para cima dela e começamos a fazer um comportado papai e mamãe com beijo na boca que logo se transformou em um delicioso frango assado com socadas frenéticas enquanto ela mordia o lençol para não gritar de prazer, novamente alguém se mexeu, desta vez fui eu que tive de deitar rapidamente para não ser pego com o pinto na mão, me encaixei de conchinha por atrás dela e continuamos nossa brincadeira sem se importar com as outras pessoas que dormiam a nossa volta. Ela gemia, se contorcia e colocava a mão na minha barriga para tentar conter as minhas investidas sussurrava dizendo que não agüentava mais gozar também dizia que eu era louco e que não devia ter me provocado e também sussurrava de paixão me chamava de cachorro, de safado e de gostoso. Eu estava muito excitado e não consegui me segurar mais, meu pênis começou a pulsar forte e eu já retirei da sua xoxotinha esguichando porra quentinha para todos os lados, inevitavelmente escapou por mais que ela tentasse sufocar um dos seus gritinhos de prazer enquanto eu espalhava com o meu pênis toda aquela porra quentinha deixando a sua bunda toda melada de prazer e aproveitando para tirar um bom sarrinho daquele rabinho gostoso e que me deixou na maior vontade. Alguns acordaram e se entre olhavam curiosos tentando entender o que tinha acontecido e sem uma resposta lógica voltaram a dormir, nos recompomos e também fomos dormir, mais no dia seguinte tivemos que enfrentar a molecada que tinha nos visto se recompondo nos zoar de que a noite tinha sido muito boa para o titio. Essa foi a minha primeira xoxotinha de 2011 e que promete me render outros contos magníficos, porque infelizmente no dia seguinte todos precisaram partir e eu agora vou ter que visitar o meu sobrinho para poder me encontrar com essa gatinha maravilhosa, agarrar o seu rabinho e a colocar para miar na minha vara.

Fudendo com o garoto da net no cinema

Oi gente, meu nome é Giovanna, e  ja nao era virgem ha tempos mas tinha terminado com todos os meninos que eu tinha ficado ou namorado ou transado. tinha na epoca 1,60 de altura, cabelos castanho-claro, olhos verdes peito desenvolvido, bunda média, porém redondinha e uma bucetinha cheirosa e depilada para enlouquecer qualquem peão de obra. estava solteira e carente e precisava de um cacete so pra mim. resolvi entao me inscrever no habbo para ver se achava companhia. achei um garoto chamado Daniel. como ja e costume no site, transamos com nossos bonequinhos e ficamos bons amigos de transa. um tempo depois, fiz um msn para passar para os garotos do site. claro que eu passei para ele, né??passou 1 ano desde nosso 1° contato e ele me deu uma noticia tao excitante quanto boquete na praia deserta: ele viria do recife para o rio, minha cidade, no carnaval. ja havia visto fotos dele e devo dizer: ele era um gatinho, cabelo preto jogadinho para o lado, gostosinho de dar do. nos encontramos no cinema. claro que nossas conversas no msn continuaram na vida real. ele dizia coisas como: PORRA, VC É MT GOSTOSA, SE AGENTE NAO TIVESSE NO CINEMA VC TAVA FUDIDA EU IA SOCAR MEUS 25 CM NESSA SUA BUCETINHA. ouvindo isso, perguntei: PORQUE NAO? ele gostou da ideia e imediatamente me seguiu. como era de noite e carnaval, os corredores entre uma sala do cinema e outra estavam vazios e os banheiros tambem. so funcionavam 2 salas devido ao incendio ocorrido no shopping no mes anterior. ele entrou no banheiro primeiro e uns 2 minutos depois eu entrei, como quem nao sabia que estava entrando no banheiro masculino e tambem para nao levantar suspeitas.
entramos na cabine e ele mandou eu sentar, serio. como nao sou boba nem nada, obedeci. colocou minhas pernas nos seus ombros, tirou minha calcinha e fez o melhor oral da minnha vida. qnd disse que iria gozar, ele parou e eu, puta da vida: EU TAVA GOZANDO, PORQUE PAROU, FILHO DA PUTA? ele respondeu: MINHA VEZ! apesar de ter transado varias vezes, nunca tinha feito um oral, por achar nojento nem um anal, por achar que iria doer. ao ver que eu nao iria colocar minha boquinha naquele pau gigante, ele colocou a mao na minha cabeça e empurrou-a em direçao ao seu cacete. quase vomitei, mas acho quefiz um bom trabalho. ele dizia: ISSO AI, PUTINHA! FAZ SUA PRIMEIRA CHUPETINHA SER A MELHOR, AI QUE BOQUINHA DOS CEUS.VOI GOZAR! era a hora da vingança. quando tentei tirar minha boca para ele nao gozar, ele segurou meu queixo e gozou litros de porra garganta adentro.AGORA EU FAREI VOCE SE SENTIR COMO UMA MULHER DE VERDADE, DIFERENTE DAQUELES PUTOS QUE TE COMERAM ANTES DE MIM. disse anderson, sentando na privada. pedi para ele: COM CARINHO, ANDERSON. ELE CONFIRMOU. me levantou com as mão embaixo dos meus braços e eu ajeitei-o na entrada da minha bucetinha , porém nao entrava(eu transei muito, mas era muito apertadinha) então ele me pediu desculpa, eu perguntei: PORQUE? e ele socou tudo de uma vez. imediatamente, gritei de dor. tirei aquela vara de dentro de mim, e, chorando, sai da cabine.
ele levantou correndo e me segurou. eu gritei: VOCE PROMETEU IR COM CARINHO!! ele pediu desculpas e disse: NAO FAÇO DE NOVO. ME DA 1 CHANCE. concordei. voltamos a mesma cabine e do mesmo jeito, ele tentou denovo. ainda nao entrava e ele: NAO DA! VAI TERQUE SER. e repetiu, tudo de uma vez, tocando meu utero. tentei sair denovo, ele me segurou pelo quadril e esperou eu me acostumar, enquanto eu lutava contra seus braços fortes que escorregaram ate minha bundinha. começou a bombar e eu relaxei. era forte e intercalava beijos de língua com mordidinhas nos seios.
gozou dentro da minha buceta e eu perguntei: EI!! VOCE SABE SE EU TOMO PILULA?-E VC TOMA?-CLARO. continuou e depois de uns 10 min, disse que iria gozar.gozamos juntos, aos berros. me colocou sentada na privada e me fudeu por cima. gozou e fez uma deliciosa espanhola. quando ia para a pia para me lavar, ele disse: AONDE VC PENSA QUE VAI? VOU TIRAR O CABAÇO DO SEU CU TBM. me desesperei, afinal o pau dele era muito grosso, ele me mandou relaxar, pois ele iria comer meu cu de um jeito ou de outro.
com muita vaselina, entrou e ficou nesse vai-e-vem por uns 15 min ate que ele inundou meu cu de porra. perguntei se poderia ir e ele disse que sim. fui para a pia, e fui surpreendida por um pau entrando na minha buceta de surpresa. ficamos mais 30 minutos entre gozos ate que fomos embora do banheiro e voltamos para o filme. sentamos na mesma seçao e como estava mt chato, ele sussurrou no meu ouvido: QUE TAL UM VAGINAL AGORA?- AQUI?-SIM. sentamos na ultima fileira no canto.
tirei a calcinha sem ninguem perceber pois o proximo casal estava umas 10 filas na frente, estava vazio. sentei em seu colo, me contorcendo para nao gemer, enchemos a cadeiras do cinema de porra e saimos antes do filme terminar. tambem transamos no carro, mas isso fica para outro dia.porque vc nao me add no msn? lolasummer@hotmail.com e tbm deixe seu recado. beijocaas

 

No mato com a ninfetinha

A história que vou contar ocorreu no verão passado, quando passei férias na casa de meus tios no interior de um município da grande Curitiba.
Enquanto eu ainda me adaptava com o maravilhoso ritmo de vida do interior, recebemos a visita de Andressa, uma moça de dezoito anos, que vivia em uma chácara situada nos arredores. Na realidade eu já conhecia Andressa de outras vezes em que havia passado férias no local, mas na época pouca atração tive por ela pelo fato de tratar-se de uma verdadeira criança.
Dessa vez, porém, a situação era bem outra, de uma menina magra e sem curvas, Andressa havia se transformado em uma mulher de verdade. Qualquer um que olhasse para ela naquele dia não podia deixar de apreciar perfeitamente a beleza de seus seios, cujo volume insistia em se fazer aparecer sob a blusa de alcinhas pouco decotada.
Durante todo o tempo em que Andressa permaneceu na casa eu me posicionei sentado quase de frente para ela e percorri com os olhos os seus seios e as suas belas pernas, denunciando que sentia muita vontade de possuir aquele corpinho. Andressa, obviamente, percebeu a intenção de meus olhares e retribuiu-os discretamente em algumas ocasiões, mas sem dar mostra aos demais do que estava acontecendo.
Quando se levantou para ir embora percebi que a calça jeans pouco apertada não era capaz de esconder a bela bundinha que tornava irresistível o corpo daquela moça de pela branca e cabelos negros. Nesse momento, meu pênis se encontrava duríssimo e seu volume poderia ser visto facilmente por sob a calça. Percebi que Andressa viu o volume, mas agiu como se nada estivesse acontecendo.
O dia seguinte era domingo e eu sabia que Andressa iria à igreja evangélica da localidade, a qual nunca atraí muitas pessoas. Optei, então, por também ir a tal igreja, mas o fiz com o único desejo de ver a bela ninfetinha que não saiu de meus pensamentos durante toda a noite.
Como a distância entre a casa de meus tios e a igreja não era muito grande, eu optei por ir a pé. O caminho era muito bonito e durante aproximadamente um quilômetro cruzava uma mata virgem, de árvores grossas e majestosas, por onde raramente passa alguém.
Logo ao final do culto (não tenho certeza se é assim que chamam), percebi que Andressa, que também havia ido a pé pelo mesmo caminho que eu, saiu às pressas com destino à sua casa. Como ia sozinha, resolvi segui-la e a alcancei alguns metros depois.
Começamos a conversar e ela logo disse que havia ficado muito feliz pelo fato de eu ter ido. Eu respondi dizendo só fui porque sabia que ela estaria lá e que não resisti a vontade de ver o seu belo corpo novamente.
Por um momento achei que havia dito palavras muito ousadas e fiquei pronto a recuar se a reação dela fosse repulsiva. Andressa, porém, deu um sorriso e disse que havia percebido o modo como eu a olhara no dia anterior.
Diante dessa declaração, eu optei por disfarçar meu atrevimento, me desculpando pelos olhares de desejo que havia lançado um dia antes. Ao mesmo tempo em que me desculpava, reafirmei que não tinha como deixar de olhar para uma mulher tão gostosa como ela e que somente um gay não desejaria possuir aquele corpo.
Dessa vez, Andressa deu um risinho safado e, para minha surpresa, exclamou o seguinte: ?pois é, mas um homem de verdade não fica só olhando...?. Como a essa altura já nos encontrávamos em meio a mata, eu puxei a ninfetinha pelo braço e dei-lhe um forte e demorado beijo na boca, dizendo que na verdade o que eu queria era foder a xaninha dela.
A moça não disse nada e eu passei a acariciar sua bundinha e sua virilha com as duas mãos, em um movimento contínuo, uniforme e muito safado. Após ter apalpado a bunda e as coxas de Andressa, comecei a lamber sua orelha direita e cochichei o seguinte: ?hoje eu vou foder seu rabinho, sua gostosa. Ninguém mandou ficar me provocando com esse corpinho gostoso. Agora você vai ser minha putinha, sua safada?.
Ela não oferecia nenhuma resistência e eu continuava acariciando a bunda, as pernas e os seios daquela mulher maravilhosa, enquanto passava a língua por seu pescoço e a chamava de gostosa, de minha putinha e de tantas outras besteirinhas que aumentavam ainda mais o tesão daquela safada, que daqui a alguns minutos seria arrombada pela frente e por trás.
Após um bom tempo de carícias, desabotoei os dois primeiros botões da camisa dela e comecei a chupar os seus seios, ainda por cima do sutiã. Enquanto me deliciava brincando com os deliciosos mamilos de Andressa, minhas mãos continuam a acariciar aquela bundinha macia e já se preocupavam em desabotoar-lhe a saia e desnudar aquela xaninha, que em breve iria receber uma dose de pica.
Nesse momento, Andressa disse que seria melhor entrarmos na mata para evitar que alguém nos visse. Atendendo ao seu pedido, tomei-a em meus braços e a levei mata a dentro, colocando-a deitada sobre as folhas secas. Com ela já deitada, tirei a minha camisa e desabotoei a dela, deixando seus seios cobertos apenas pelo sutiã branco, que também logo tratei de tirar com os dentes.
Comecei a chupar com voracidade os seus seios desnudos, mordiscando e brincando com a língua sobre os biquinhos duros, arrancando de Andressa fortes gemidos de tesão.
Nesse momento, pela primeira vez, coloquei a mão sobre a bocetinha de Andressa, que ainda se encontrava se coberta pela saia jeans. Passei, então, a me dedicar em deixa-la completamente nua, desabotoei-lhe a saia e tirei-a com cuidado, passando a ver as belas pernas brancas e a calcinha vermelha de renda, que já se encontrava molhada pelo mel de Andressa.
Após tirar a saia, passai a lamber os pés de Andressa e fui subindo até a virilha, sem pressa e cuidando para não tocar a fendinha molhada, pois queria que aquela ninfeta safada sofresse de tesão até o último minuto.
Após acariciar todo o corpo da moça, que já pedia encarecidamente para que eu a rasgasse, tirei-lhe a calcinha, a cheirei e depois joguei ao chão e passei a sugar o mel daquela maravilha de bocetinha. Comecei a passar a língua pelos grandes lábios e vagarosamente fui avançando, isso tudo aos pedidos de ?me fode seu cachorro, rasga sua putinha, rasga?. Eu não dava ouvidos e continuava me deliciando com aquela xaninha maravilhosa, enquanto meu mastro se encontrava em pé, esperando para rasga-la ao meio.
No momento em que, enfim, toquei com a língua em seu grelhinho, Andressa gozou como uma louca, efetuando um movimento de vai e vem com o corpo, ao qual dei total liberdade para mover-se. Durante todo o período em que a ninfetinha gozava eu fiquei brincando com o seu grelhinho, fazendo com que Andressa se acabasse em gozo.
Após isso, já sem aquentar a vontade de foder Andressa, baixei a calça e a cueca e encostei a cabeça do pau na entrada da fendinha e meti até o talo, de uma só vez e em um movimento rápido e preciso. Ao receber a pica, Andressa soltou um grito altíssimo que cheguei a ficar com medo de que alguém ouvisse e viesse ver o que estava acontecendo. Perguntei se havia doído e ela disse que sim, mas que queria muito mais. Dei, então, três estocadas com força e iniciei o movimento de vai e vem, colocando e tirando o pau de dentro daquela xaninha maravilhosa. Depois de meter por um longo período, não aguentei a acabei gozando dentro da xaninha de Andressa, que ainda gemia de tesão.
Após gozar freneticamente, eu estava completamente cansado e me deitei ao lado de Andressa, beijei sua boca e perguntei se havia gostado. Ela respondeu que sim, mas disse que agora queria chupar o meu cacete e prontamente se dirigiu até ele.
Andressa segurou meu pau com carinho e lambeu a cabecinha fazendo cara de safada. Começou, então, a chupar e punhetear meu cacete fazendo uma carinha de safada, o que me deixou novamente excitado e me fez tomar a decisão de foder-lhe o cuzinho logo depois. Eu estava deitado de costas e Andressa chupava meu pau com voracidade, de modo que eu já não aguantava de tesão.
Enquanto ela chupava, eu segurei-lhe a cabeça e puxei contra meu corpo, fazendo com que meu cacete atingisse sua garganta. Ela chegou a fazer ânsia, mas voltou a chupar com voracidade e a engolir o meu cacete.
Após isso, fiquei de joelhos e padi para que ela mamasse de quatro. Não lembro de ter visto cena tão maravilhosa quanto a daquela ninfetinha de quatro chupando meu mastro. Segurei-lhe, então, a cabeça e passei a meter em sua boca como se fosse uma boceta, ao memso tempo em que Andressa rebolava a bundinha arrebitada. Larguei-lhe a cabeça e anunciei que iria gozar, pedindo a ela que engolisse tudo ou teria seu cuzinho arrebentado (mal sabia ela que seu cuzinho iria ser arrebentado de qualquer jeito).
Eu gozava e Andressa engolia o leitinho, propositalmente deixando algumas gotas escaparem de sua boca e escorrerem pelo seu queixo. Essa imagem me fez certificar de que realmente estava transando com uma putinha insaciável, que se escondia por trás da aparência de boa moça.
Após o boquete, reanimei meu pau e disse: ?Agora minha cadelinha vai ficar de quatro para eu foder o rabinho dela?. Ao ouvir isso Andressa hesitou, dizendo que nunca havia dado o cu e que tinha medo que doesse. Eu a provoquei dizendo que ela não havia engolido toda a porra e que por isso eu iria cumprir minha promessa.
Como ainda hesitasse, eu a tranquilizei dizendo que não havia com o que se preocupar e que pararia se ela não se sentisse bem. Logicamente, o que eu queria era foder aquele cuzinho virgem e nem me passava pela cabeça deixar o serviço pela metade.
Andressa se posicionou de quatro e arrebitou a bundinha, me deixando em posição privilegiada para atolar a pica naquele cuzinho rosado. Cuspi na cabeça do meu cacete e o coloquei bem na entrada do rabinho de Andressa, segurei-a pela cintura e fui introduzindo vagarosamente o mastro no corpinho da moça.
Quando a cabecinha começou a entrar, Andressa passou a pedir para que eu parasse, dizendo que não suportaria a dor. Segurei com mais força a cintura dela e disse que só pararia depois que arrebentasse seu cuzinho.
Ela continuava pedindo para eu parar, mas eu não dei bola e enfiei a pica até o talo e o deixei ali, se acostumando com o orifício apertadinho de Andressa. Após algum tempo, ela começou a rebolar e eu iniciei o movimento de vai e vem. No começo fui de vagar, mas ao perceber que meu pau já deslizava com facilidade, passei a foder aquele cuzinho com os movimentos rápidos de quem fode uma boceta e sob os gritos de ?não pára seu cachorro, fode sua cadelinha, fode?.
Enquanto comia o cuzinho de Andressa, eu puxei para trás os seus cabelos longos e dei vários tapas na sua bunda, até deixa-la com a marca da minha mão. A ninfetinha gemia e gritava e eu fui fodendo seu rabinho até enchê-lo de porra e deixa-lo arregaçado como a xaninha de uma prostituta.
Após ter fodido a moça inteirinha, passei a vestir minhas roupas e juntei a calcinha dela que estava no chão, pus em meu bolso e disse que só devolveria depois que comesse seu cuzinho novamente. Ao ouvir isso, ela falou que me daria o cu quando eu quisesse, desde que tudo ficasse em absoluto sigilo.
Marcamos o próximo encontro para o dia seguinte em uma cachoeira que não ficava muito longe dali, mas isso eu conto em outra ocasião.